Monthly Archives: Novembro 2013

Exposição – “Oficina Criativa – Tote Bag ou Ecobag”

A Biblioteca Padre Elemar Scheid, em Jaraguá do Sul, está com mais uma exposição. A mostra é de trabalhos de acadêmicos do curso de Moda, sob orientação do Professor Charles Klitzke. São bolsas de vários tamanhos, cores e gostos. A exposição iniciou no dia 25 de novembro e vai até o dia 04 de dezembro. A visitação é aberta de segunda a sexta-feira, das 07h30min às 22h30min; e aos sábados, das 08h às 13h.

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Prestigie a exposição!

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Livros que viraram Filmes – Assassinato no Expresso Oriente

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O famoso detetive Hercule Poirot está a bordo do Expresso Oriente. Por volta da meia-noite o trem é obrigado a parar, por causa de uma tempestade de neve. Na manhã seguinte houve uma descoberta: um passageiro, o americano Ratchett, está morto em sua cabine. Bouc, diretor da companhia ferroviária, pede a Poirot que solucione o caso, e o detetive acaba aceitando.

Poirot vai à cabine, acompanhado por um médico que já havia examinado o corpo. Ratchett tinha marcas de doze facadas. A porta da cabine estava trancada por dentro, e a janela estava aberta, mas nenhuma marca de pisada foi encontrada na neve, o que indica que o assassino estava dentro do Expresso. O local foi examinado e algumas pistas foram encontradas – uma delas irá ajudar concretamente na solução.

O detetive continua a investigação, entrevistando todos os passageiros, um por um. Faz verificações em suas malas, entrevista alguns novamente. Existem pistas falsas, os passageiros parecem não ajudar muito, mas isso só deixa Poirot mais interessado pelo caso. Ao final, ele apresenta, a todos a bordo do trem, duas soluções para o crime.

O livro é dividido em três partes: apresentação dos fatos, os testemunhos dos suspeitos, e as reflexões de Poirot e o desfecho. Os capítulos são curtos, o que faz a leitura fluir. A linguagem é simples, e as descrições são na medida certa. É necessário prestar atenção aos detalhes, pois são cruciais para a solução do caso. É uma trama envolvente, a autora deixa o leitor intrigado até o momento da solução do mistério. O livro foi publicado pela primeira vez em 1934, e é um dos mais conhecidos de Agatha Christie, a “Dama do Crime”. Foi adaptado para a o cinema em 1974 e em 2001.

O livro “Assassinato no Expresso Oriente” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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Livros que viraram filmes – Divã

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Mercedes é uma mulher que resolve fazer terapia depois dos 40 anos. É casada, tem filhos, é professora e gosta de pintar quadros. Parece muito segura de si, como se tivesse controle sobre tudo. Porém, naquele divã, ela se dá conta das armadilhas cotidianas, e descobrimos que ela é como todas as mulheres: corajosa, mas com suas angústias, seus medos, suas desconfianças. Como ela mesma diz, é várias em uma só. A busca de Mercedes é atemporal e universal, uma busca em si mesma. Lopes, o psicólogo, facilita a jornada, ajuda a sua cliente a tirar suas próprias conclusões. A cada capítulo ela se revela mais, e o que começou quase que como uma brincadeira se transforma numa libertação.

Cada capítulo do livro é uma das consultas. É um monólogo, pois os diálogos entre Mercedes e Lopes são indiretos, em alguns momentos existem apenas as respostas dela, em outros, ela repete as perguntas dele. A narrativa é envolvente, o leitor se torna cúmplice da protagonista. É uma leitura leve e rápida, mas também é densa. A autora aprofunda a personagem de maneira leve e desbrava a alma feminina.

O livro foi adaptado para o teatro em 2005, tendo Lilia Cabral como Mercedes. A atriz a interpreta também no filme, lançado em 2009. “Divã” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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Exposição – Presépio

A Biblioteca Padre Elemar Scheid, em Jaraguá do Sul, está decorada com um lindo presépio. A artista é Claudina Doro, funcionária da biblioteca, e o presépio pode ser visitado até o dia 18 de dezembro.

ImagemPrestigie e entre no clima de Natal!

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Dica de leitura – 1808

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Resultado de dez anos de pesquisa, o livro-reportagem “1808: como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil”, é um relato de um dos mais importantes momentos históricos brasileiros: a vinda da família real portuguesa e o tempo em que ela esteve aqui.

O Príncipe Regente D. João VI precisava tomar uma decisão: manter a aliança com a Inglaterra e participar do Bloqueio Continental a Napoleão Bonaparte, ou se aliar a ele, perdendo as relações privilegiadas com a forte Inglaterra. O exército francês começou a se mover para Portugal, e pressionado pela sua iminente chegada, D. João VI decidiu transferir toda a corte para a colônia. Muitos reis europeus tinham domínios além-mar, mas nenhum outro havia atravessado os mares para sequer visitá-los, muito menos se instalar. Portugueses e brasileiros foram surpreendidos pela a súbita decisão.

O autor contextualiza a vinda da corte, e narra o que aconteceu, principalmente no Brasil e em Portugal, até 1821, quando a família real voltou para a Europa. O livro fala sobre as condições políticas, econômicas e sociais, e de como Príncipe Regente tentou manter estáveis Portugal e a colônia, e assegurar seu domínio. Algumas informações dadas não têm muita relevância, e outras são repetidas ao longo do livro, o que pode tornar a leitura um pouco cansativa.

“1808” recebeu críticas de alguns historiadores, por se tratar de uma compilação de vários livros e fontes – o que o torna um livro que não acrescenta nada, do ponto de vista acadêmico. Mas para o leitor que deseja conhecer ou relembrar sobre essa época cuja maioria da população tem uma visão equivocada, ou para o leitor que procura lazer, é uma boa leitura.

Além do livro “1808”, a Biblioteca Padre Elemar Scheid também tem em seu acervo os outros livros da trilogia: “1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil : um país que tinha tudo para dar errado”, e “1889: como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil”. Boa leitura!

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Livros que viraram Filmes – O Grande Gatsby

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Estados Unidos, década de 20. Nick Carraway tinha recém se formado da Universidade de New Haven quando se mudou para West Egg – pequena cidade próxima a Nova York -, para tentar novos negócios. Nick alugou uma pequena casa, próximo de casarões, entre eles, a mansão de Jay Gatsby.

Levou um tempo até Nick conhecer esse seu vizinho, um homem jovem e rico, que dava festas em casa todos os finais de semana. A origem das posses de Jay Gatsby não fica muito clara, e muitas são as hipóteses, o que dá a entender que provinha de negócios ilícitos. Nick muitas vezes desconfiou de Jay, mesmo assim frequentava a mansão.

Em East Egg, vilarejo vizinho, morava Daisy, prima de Nick, casada com o ex-atleta Tom Buchanan – insensível, mas extremamente rico. Nick conheceu Jordan Baker, cuja vida de atleta também era envolta em mistérios.  Nick e Miss Baker mantiveram um relacionamento superficial. Nick descobriu que Gatsby e Daisy foram apaixonados, mas ela casou-se com Tom. O motivo de Gatsby ter construído sua mansão era tentar mostrar a Daisy que tinha condições melhores, e tentar reconquistá-la. Por meio de Nick, conseguiu um encontro com ela, depois de cinco anos. Ela estava infeliz em seu casamento, sabia que o marido a traía, e decidiu se aproximar de Gatsby. O que pode parecer, para alguns leitores, uma história de amor, mostra-se trágico.

O autor, F. Scott Fitzgerald, retratou a sociedade americana pós-Primeira Guerra Mundial, onde havia a proibição da produção e do consumo de bebidas alcóolicas – o que provocou um grande número de milionários fora do circuito de vendas, e aumento do crime organizado. Era uma sociedade fútil, hipócrita, e sem compromisso com os valores morais e éticos. O livro trata da ambição, da busca desenfreada pelo dinheiro e bens materiais, da corrida por um futuro promissor e ilusório , e da decadência. O livro foi publicado pela primeira vez em 1925, tornou-se um clássico e é utilizado nas aulas de literatura americana em escolas superiores. Ganhou quatro versões para o cinema: em 1926 (filme mudo), em 1949 (primeiro longa), em 1974, e agora em 2013.

A Biblioteca Padre Elemar Scheid tem em seu acervo o livro “O Grande Gatsby”. Boa leitura!

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