20/07 – Dia da Amizade

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Em diversas partes do mundo houve iniciativas para criar o Dia Internacional da Amizade, e não se sabe ao certo a origem da data. Nos Estados Unidos e em algumas partes da Ásia, a troca de cartões e presentes entre amigos ocorria no primeiro domingo de agosto. Na América do Sul e na Europa, celebrações parecidas ocorreram em datas diferentes. Em 30 de julho de 1958, aconteceu a Cruzada Mundial da Amizade, idealizada pelo médico uruguaio Ramón Artemio Bracho, como uma campanha em favor da valorização da amizade e da promoção da paz. Na Argentina, credita-se a data ao dentista Enrique Ernesto Febbaro, que no dia 20 de julho de 1969, dia da chegada do homem à Lua, acreditou ser uma boa oportunidade de se fazer amizades em outros lugares do mundo.

No ano de 2011, em uma Assembléia Geral, a ONU oficializou a data 30 de julho como o Dia Internacional da Amizade, reconhecendo “a pertinência e a importância da amizade como sentimento nobre e valioso na vida dos seres humanos de todo o mundo”. No Brasil, o Dia da Amizade não é instituído por lei, mas a data adotada para a celebração é 20 de julho.

Durante a vida, temos os mais variados tipos de amigos, com quem dividimos momentos. Os da escola, do trabalho, de risadas, conselheiros… E aqueles que amam os livros, também os têm como amigos. Em comemoração ao Dia da Amizade, estamos sugerindo alguns dos livros do nosso acervo. Boa leitura!

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De amor e amizade: crônicas para jovens (Clarice Lispector; Pedro Vasquez)

“Amor e amizade inspiraram Clarice Lispector dezenas de vezes. Prova disso são as quatro dezenas de textos selecionados pelo historiador e editor Pedro Karp Vasquez para esta coletânea, a primeira de uma série que visa a apresentar um recorte da obra da autora de A hora da estrela para o público jovem. A escritora criou durante anos histórias que remetem a amizades daquelas sem tamanho e a amores para o resto da vida, sentimentos que permeiam relações e gerações. A seleção foi pensada para provocar uma experiência inspiradora em leitores que estão começando a descobrir os mistérios e os prazeres da obra daquela que é considerada uma das maiores autoras brasileiras.”

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Aos meus amigos (Maria Adelaide Amaral)

“’Aos meus amigos’ tem como tema central um dos principais da literatura de todos os tempos – a amizade. A amizade, porém, se aqui rima com ‘fraternidade e solidariedade’, não rima necessariamente com felicidade. A história do romance, baseada em fatos reais da vida da autora, se articula em torno de um leito de morte. Na verdade, de um leito de suicídio, o do escritor e publicitário Leo (inspirado em Décio Bar, amigo da escritora, a quem o romance é dedicado). É o seu suicídio que, no agitado ano de 1989, mobilizará a retomada da ‘velha turma’, que vivera intensamente os ideais da esquerda nos anos da ditadura militar brasileira (1964-1985). Um reencontro feito também de desencontros, inclusive políticos. Após o suicídio de Leo, seus amigos reúnem-se para velar o corpo e tentar manter viva sua memória, enquanto procuram os originais de um livro que teria deixado. Romance ágil, grandemente baseado em diálogos, mais do que em descrições, os fatos e personagens são, então, construídos e reconstruídos por referências e reminiscências, como nas conversas reais. É a palavra falada, enfim, que reina no romance, assim como na vida.”

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Cartas entre amigos: sobre medos contemporâneos (Gabriel Chalita; Fábio de Melo)

“A amizade verdadeira é a excelência moral perfeita, apregoava Aristóteles. O filósofo grego creditava à amizade as razões para entender que ninguém é feliz sozinho. Os amigos encontram-se, descobrem-se e amadurecem juntos. Este livro, que reproduz 18 cartas trocadas entre o educador Gabriel Chalita e o padre Fábio de Melo, registra uma amizade no ápice da maturação. A correspondência aqui apresentada iniciou-se no final de 2008. Na época, Chalita, eleito vereador mais votado do Brasil, preparava-se para assumir seu mandato na cidade de São Paulo. Já o sacerdote enfrentava o fim de uma temporada de 120 shows, na qual seu CD se tornou o mais vendido no país. Num momento atribulado de suas vidas, ambos se deram o direito de parar para escrever. E fizeram mais: escreveram em parceria, o que resultou neste diálogo poético, em que dividem aprendizados de vida com plena generosidade – como só amigos fraternos são capazes de fazer.”

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Categories: Datas Comemorativas, Recomendação | 2 comentários

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