Monthly Archives: Agosto 2014

Livros que viraram filmes – O Diário de Bridget Jones

O diário de bridget jones

Bridget Jones é uma mulher na faixa dos trinta anos, que resolve escrever um diário desde o começo do ano. Ali, ela registra suas resoluções para o novo ano, e tudo o que acontece até dezembro: a luta para emagrecer, a tentativa de encontrar um namorado, a batalha para largar a bebida e o cigarro, encarar a separação dos pais, seu relacionamento com os amigos.

Bridget fantasia bastante, mas é um pouco atrapalhada com algumas coisas. Quando quer fazer um belo jantar para seus amigos, acaba sendo um fracasso na cozinha. Quer se passar por independente, mas sonha com o homem ideal e fica chateada quando perguntam se tem namorado e dizem que deve casar. Embora se convença de que o Dia dos Namorados é uma data comercial, fica na expectativa de receber algum presente no dia. Mesmo assim, ela encarada tudo com bom humor.

Muitas leitoras com certeza podem se identificar com Bridget, ou com pelo menos uma das suas características. Apesar de parecer uma história comum, a história é carregada de sensibilidade. Por esses motivos, o livro fez bastante sucesso em vários países, e virou filme. Foi publicado pela primeira vez em 1996, na Inglaterra, e foi adaptado para o cinema em 2001. Depois dele, veio o livro “Bridget Jones: no limite da razão”, que também virou filme. O  terceiro livro foi publicado ano passado.

“O Diário de Bridget Jones” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 30

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Dica de Leitura – O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha

Livro

 

Quixana é um fidalgo que, após muitas leituras de livros de cavalaria, perdeu a razão e resolveu sair pelas redondezas como um cavaleiro andante, para lutar em nome da justiça. Ele se dá o nome de Dom Quixote de la Mancha. Sancho Pança se tornou  escudeiro, acreditando na promessa do fidalgo, de que ganharia uma ilha para governar. Ele tem uma visão mais realista e tenta ajudar seu amo. Porém, não tem sucesso, e os dois vivem aventuras diversas, nos limites da realidade e da fantasia. Dom Quixote fantasiou uma dama para ser sua paixão, uma simples camponesa que ele nomeou como Dulcinéia del Tomboso. Os inimigos do cavaleiro estão apenas na cabeça dele mesmo, e seu cavalo é um pangaré. Suas armas são antigas, e algumas improvisadas. Mas na sua imaginação tudo é muito diferente. O fidalgo é cavaleiro na época errada, e sua loucura faz com que as situações sejam carregadas de humor, apesar das sovas que ele e Sancho levam. Cavaleiro e escudeiro têm valores distintos. Dom Quixote é para o mundo ideal o que Sancho Pança é para o mundo real. O também chamado de Cavaleiro da Triste Figura, magro e alto, faz contraste com o pequeno e cheio Sancho.

A novela de cavalaria era um gênero bastante cultuado na Espanha do início do século XVII, mesmo se tratando de algo que não existia mais. Dom Quixote satiriza a época, a doutrina das histórias fantasiosas. A história é também uma novela realista, pois ao retornar para seu povoado, o fidalgo recobra a razão e percebe que, na realidade, não existem heróis. Até o século XVIII, a obra era considerada como destruidora das novelas de cavalaria. Depois, foi percebida como algo que vai além da sátira. O livro tem elementos – como humor, reflexões, oralidade, metalinguagem – que marcariam o fim da Idade Média na literatura e dariam início à tradição do romance moderno. É considerado o expoente máximo da literatura espanhola, e em 2002, por votação de escritores de reconhecimento internacional, foi escolhido como a melhor obra de ficção de todos os tempos.

Miguel de Cervantes Saavedra começou a escrever a história enquanto estava na prisão em Sevilha. “O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha” tem 126 capítulos divididos em duas partes. A primeira foi publicada em 1605, e a segunda em 1615. A primeira parte é maneirista, e dá impressão de liberdade máxima. A segunda parte é mais barroca, e traz a sensação de limites mais restritos. É a segunda obra mais traduzida e editada do mundo, depois da Bíblia. É também uma fonte de inspiração para vários artistas. Primeiramente foram peças de teatro, óperas, composições musicais, e bailados. Depois vieram as adaptações para a televisão e o cinema, além de muitas outras representações artísticas, como a pintura de Pablo Picasso:

Pintura - Picasso

 

Dom Quixote retrata a capacidade que o ser humano tem de se transformar quando busca seus ideais, mesmo que seja algo que não traga frutos. A Biblioteca Padre Elemar Scheid tem em seu acervo os dois volumes de “O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha”, além de duas adaptações da obra, por José Angeli e Ana Maria Machado – com ilustrações de Cândido Portinari. Boa leitura!

Livros

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 29

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Dica de Leitura – Dom Casmurro

Dom Casmurro

Bento Santiago, o Bentinho, por volta dos seus 60 anos, resolve escrever sobre sua vida. Inicia contando o motivo de ser chamado de “Dom Casmurro”, e depois foca no seu relacionamento com Capitolina, a Capitu. Aos quinze anos, Bentinho mora com sua mãe, um tio e uma tia, todos viúvos. Capitu é um ano mais nova que ele,  é vizinha, e mora com seus pais.

Bentinho ouve uma conversa, sua mãe havia feito a promessa de que se a criança que esperava fosse um menino e viesse com saúde, iria colocá-lo no seminário para ser padre. Bentinho não quer ser padre, nem Capitu quer isso. Ele pede a José Dias, o agregado, que tente mudar a idéia de sua mãe. O próprio Bentinho tenta, mas ela, muita religiosa, não quer quebrar a promessa. Então, Capitu e Bentinho juram não casar com ninguém mais, apenas ele com ela. Eles esperariam dois ou três anos, e ele retornaria do seminário sem se tornar padre. Na despedida dele, fica acertado que ele será seminarista por um ano. Se esta for sua vocação, ele permanece. Se não for, retorna.

No seminário, Bento e Escobar se tornam grandes amigos. Ambos não querem se tornar padre. Dona Glória, mãe de Bentinho, e Capitu ficaram mais próximas, e ele gostou disso. Nos finais de semana, o seminarista retornava à sua casa, e Escobar passou a frequentá-la também.  Bento pensou em contar para o amigo sobre sua jura com Capitu, mas ela não permitiu. Um dia, Capitu causou ciúmes em Bentinho, por olhar um rapaz que passava na rua. Os dois amigos conseguem convencer seus pais a tirá-los do seminário.

Aos 22 anos, Bento se forma em Direito, e ele e Capitu se casam. Escobar casa-se com Sancha, a melhor amiga de Capitu. Os dois casais continuaram amigos, com visitas frequentes. Sancha e Escobar tiveram uma filha. Capitu e Bento demoraram a ter um filho, mas depois nasceu um menino, batizado com o nome de Ezequiel.

Escobar acaba falecendo, afogado.  Durante o velório, Bento observa bastante sua mulher, e começa a acreditar que tinha sido traído. Ezequiel imitava bastante as pessoas, e seu pai começa a achar ele muito parecido com seu amigo Escobar. Bento via seu amigo no jeito do menino. O ciúme a dúvida foram crescendo, Bento se fecha e evita olhar para o filho. Matricula Ezequiel em uma escola em que retorna para casa somente nos sábados.

Bento pensa em suicídio, mas não chega a fazer. Acusa Capitu de traição, e os dois separam. Ela vai para a Europa com o filho, e Bento vai para lá algumas vezes. Quer disfarçar a separação, e não chega a visitá-los realmente. D. Glória, tio Cosme, e José Dias se vão. Um dia, Ezequiel retorna, Capitu havia falecido. Bento ainda vê muito de Escobar em Ezequiel, então financia uma viagem ao filho, pela Grécia, Egito e Palestina, pois ele amava arqueologia. O filho falece de febre tifóide. Bento conclui que sua primeira amiga e seu melhor amigo foram unidos pelo destino e que o enganaram.

Machado de Assis tem um olhar certeiro sobre a sociedade brasileira da época, e revelava a miséria do ser humano. A traição, temática do livro “Dom Casmurro”, ocorre em qualquer relacionamento, e leva ao limite entre razão e perda da razão. Se Capitu traiu ou não seu marido, é um dos grandes questionamentos que ocorrem até hoje, e é fruto de várias discussões. Para alguns leitores e estudiosos, ela traiu. Para outros, não. O mistério dessa história, que é um dos maiores livros da literatura universal, ainda não foi revelado.

O livro foi publicado pela primeira vez em 1899, e foi traduzido para várias línguas. Recebeu duas adaptações para o cinema, também para teatro e na forma de ópera. A história também ganhou uma música e uma microssérie televisiva. “Dom Casmurro faz parte do acervo da Biblioteca padre Elemar Scheid. Para os que ainda não leram, uma boa leitura! Para os que já leram, que tal comentar com sua opinião? Capitu traiu ou não traiu?

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Exposições

A Biblioteca Padre Elemar Scheid, em Jaraguá do Sul, está com duas exposições. “Desenhos do sem fim”, do artista Carlos Asp, vai até o dia 30 de agosto. A outra é de trabalhos dos acadêmicos da primeira e da quinta fase do curso de Design.

Convite Carlos Asp

 

Exposição Design

 

Prestigie as exposições!

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Pequenas Porções no Dia do Estudante

Pequenas Porções de Leitura 28

 

Vida de estudante não é nada fácil! Por isso, nessa data, a Biblioteca Padre Elemar Scheid parabeniza todos que buscam o conhecimento.

“Estudar é ter a certeza de que conquistaremos algo que ninguém poderá nos tirar.” (Leonardo Fernandes da Rocha).

Para saber mais dessa data, clique aqui!

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Feliz Dia dos Pais!

Pai é herói, alicerce e mestre. É aquele com quem compartilhamos vários momentos da nossa vida. A Biblioteca Padre Elemar Scheid deseja aos pais um Feliz Dia!

Father reading

 

Em nosso acervo há vários livros sobre relação entre pais e filhos, e sobre educação de crianças. Veja nossas sugestões e boa leitura!

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Criando meninos (Steve Biddulph)

“Quem tem meninos, hoje, está preocupado. Toda hora eles enfrentam problemas. Os pais gostariam muito de entendê-los e de ajudá-los a serem amáveis, competentes e felizes. Criando Meninos faz um enorme sucesso em todas as línguas. O livro discute de forma clara, leve e emocionante as questões mais importantes sobre o desenvolvimento de um homem, do nascimento à fase adulta. Steve Biddulph escreve com humor, honestidade e muita experiência. Um texto apaixonante, repleto de orientações práticas, essencial na nobre tarefa de criar um menino. Para mães e pais de verdade.”

002

O filho desejado (John Steinbeck)

“Joe é estéril e seu maior desejo é ter um filho. Sua mulher engravida de outro homem, sem que ele saiba, para realizar este sonho. A partir desse tema o autor nos faz refletir sobre o amor em suas múltiplas dimensões, a amizade, e a centelha que existe dentro de nós. John Steinbeck (1902-1968) ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1962.”

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A auto-estima do seu filho (Dorothy Corkille Briggs)

“´A Auto-Estima do seu Filho´ é o resultado da dupla experiência da autora, como profissional e como mãe. A chave da felicidade, da solução possível dos conflitos diários, é a autoconfiança. Um sólido modelo de autoconfiança supõe a ação dos pais, implica o meio familiar que eles constróem em torno da relação que os une. O livro procura proporcionar orientações práticas, indicações e sugestões para uma educação melhor e mais valiosas no seio da família, no sentido de criar condições, ao longo de suas vidas, o melhor de si mesmos.”

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Os livros que devoraram meu pai: a estranha e mágica história de Vivaldo Bonfim (Afonso Cruz)

“Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.”

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Pequenas Porções de Leitura com o pai

Pequenas Porções de Leitura 27

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