Monthly Archives: Novembro 2014

Exposição

A Biblioteca Padre Elemar Scheid, em Jaraguá do Sul, está com a mostra de trabalhos dos acadêmicos da 2ª fase do curso de Moda. São dez looks experimentais, sem o uso de técnicas industriais, e os temas foram selecionados a partir das pesquisas de macrotendências para 2015. Visite a exposição!

Convite exposição

Anúncios
Categories: Exposições | Deixe um comentário

Livros que viraram filmes – O Hobbit

o hobbit

Os Hobbits são seres menores que os anões. Gostam de tranquilidade, lidam com a terra, e não têm ambições. Bilbo Bolseiro era assim, preferia o conforto de sua toca a uma aventura. Tudo ia muito bem assim, até que o mago Gandalf apareceu, chamando-o para uma expedição com anões. Bilbo recusou, mas mesmo assim, o mago colocou um sinal em sua porta. Tempo depois, sem que o hobbit pudesse entender direito, começaram a aparecer vários anões, que iam entrando e pedindo comida. A expedição era para resgatar um tesouro guardado por um enorme dragão, Smaug, na Montanha Solitária. Gandalf sugere que o Bolseiro fosse o “ladrão”. Depois de tanta comida e bagunça, Bilbo adormece. No outro dia, nenhum sinal dos anões. Ele pensou que havia escapado da aventura, mas teve que sair às pressas, ao encontro deles.

Bilbo nem imaginava tudo o que iria acontecer até alcançar o objetivo. Passaram por terras selvagens, túneis e pela floresta negra. Bolseiro, perdido e sozinho, encontrou um anel, que ele descobriu que o deixava invisível. Acabou chegando onde vivia o Gollum, e conseguiu escapar por causa de um jogo de adivinhas e com a ajuda do anel. Com os anões, enfrentou trolls, goblins, orcs, wargs, lobos e aranhas. Tiveram ajuda de águias e de Beorn. No começo, os anões ridicularizavam o fato de Gandalf escolher um hobbit, mas depois de receberem a ajuda de Bilbo em vários momentos – como quando estavam presos nas masmorras dos Elfos da Floresta -, mudaram de idéia. Finalmente, depois da Batalha dos Cinco Exércitos, Bilbo recebe uma parcela do tesouro, e vai para casa. Mas vai diferente.

A história é narrada como uma busca episódica, e à medida que o leitor vai lendo, depara-se com mais uma criatura diferente. Os temas principais são o crescimento pessoal e as várias formas de heroísmo. Bilbo Bolseiro evolui e amadurece. As experiências do autor na Primeira Guerra Mundial e seu conhecimento sobre literatura anglo-saxônica – especialmente do poema Beowulf – tiveram influências na obra.

O livro foi publicado pela primeira vez em 1937, e a tiragem esgotou em poucos meses. A história foi aprovada pela crítica e rendeu um prêmio de melhor ficção juvenil. Foi traduzido para mais de quarenta idiomas, e continua popular. Tornou-se um clássico. O livro recebeu várias adaptações para os mais diversos meios: teatral, série em rádio, história em quadrinhos, jogos de computador e videogames, e cinematográfica. No próximo mês estréia nos cinemas do Brasil a terceira parte da mais recente adaptação para filmes.

“O Hobbit” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

Categories: Livros/Filmes, Recomendação | Deixe um comentário

Exposição – Presépio

A Biblioteca Padre Elemar Scheid, em Jaraguá do Sul, já está em clima de Natal! A artista é Claudina Doro, funcionária da biblioteca, e o lindo presépio pode ser visitado até o dia 17 de dezembro. Prestigie!

convite2

presépio

Presépio 3

 

 

Categories: Exposições | Deixe um comentário

Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de leitura 43

Categories: Porções de leitura | Deixe um comentário

Dica de autores – Manoel de Barros

manoel-de-barros-ilustracao-01-pequena

Manoel Wenceslau Leite de Barros foi poeta, advogado e fazendeiro. Nasceu no dia 19 de dezembro de 1916, em Cuiabá (MT).  Mudou-se para Corumbá e depois para Campo Grande.  Cresceu brincando na fazenda, o que marcaria sua obra para sempre.

Foi para um colégio interno quando tinha oito anos, e não gostava de estudar, até que descobriu os livros do Padre Antônio Vieira. Com os clássicos aprendeu a rebeldia na escrita, e descobriu que o poeta não é comprometido com a verdade, e sim com a verossimilhança. No ano de 1949, terminou o curso de Direito. Manoel conheceu pessoas ligadas à política e entrou para a Juventude Comunista. Seu primeiro livro -“Nossa Senhora de Minha Escuridão”- o salvou de ir preso. Depois de uma decepção, rompeu com o Partido.

O poeta passou por Bolívia e Peru, e depois morou um ano em Nova York, onde estudou cinema e pintura no Museu de Arte Moderna. Lá, seu sentido de liberdade foi reforçado. De volta ao Brasil, conheceu Stella, com quem se casou e teve três filhos. Recentemente, depois da morte de dois filhos, a saúde de Manoel enfraqueceu. No dia 13 de novembro desse ano, o poeta faleceu, aos 97 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos.

Com 13 anos, Manoel teve sua revelação poética, mas somente aos 19 escreveu seu primeiro poema. Em 1937 teve um livro publicado pela primeira vez, “Poemas concebidos sem pecado”, numa tiragem de 21 exemplares, feito artesanalmente. Manoel de Barros começou a ser mais conhecido no Brasil na década de 1980, quando alguns intelectuais o mostraram e recomendaram em suas colunas nos jornais e revistas. Hoje em dia ele é conhecido também internacionalmente, como um dos mais originais e importantes do Brasil. Recebeu vários prêmios e ocupava a Cadeira nº 1 da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras. Em 2007 foi lançado um documentário sobre a vida do poeta, “Só dez por cento é mentira”.

Manoel Barros falava de coisas “desimportantes”, o que a gente rejeita e não se lembra.  Dele, temos dois livros no acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid – “Livro sobre nada” e “Ensaios fotográficos” -, e um audiolivro – “Compêndio para uso dos pássaros”. Boa leitura!

livros manoel

 Tratado geral das grandezas do ínfimo

“A poesia está guardada nas palavras — é tudo que eu sei.

Meu fado é o de não saber quase tudo.

Sobre o nada eu tenho profundidades.

Não tenho conexões com a realidade.

Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.

Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas).

Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.

Fiquei emocionado.

Sou fraco para elogios.”

Categories: Literatura, Recomendação | Deixe um comentário

Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 42

Categories: Porções de leitura | Deixe um comentário

Dica de leitura – Os quatro grandes

OS_QUATRO_GRANDES

O Capitão Hastings é um amigo de Hercule Poirot, que vai visitá-lo e o encontra saindo para sua primeira travessia transatlântica, com destino ao Rio de Janeiro, onde trabalharia num caso pedido por um americano muito rico.

Logo um homem invade o apartamento do detetive, louco, chamando por Poirot, rabiscando o número 4 e falando coisas desconexas. Quando ele consegue dizer mais claramente algo, fala sobre os Quatro Grandes. O número 1 é o chinês Li Chang Yen, o número 2 um multimilionário norte-americano, o número 3 é uma francesa, e o número 4 é “O Destruidor”. Poirot precisa pegar seu trem rumo à viagem, Hastings vai junto no trem, e eles deixam o louco num quarto.

Mas quem são esses quatro? Qual seu objetivo? O detetive percebe que pode estar cometendo um erro ao aceitar o caso no Brasil, e volta com seu amigo para o apartamento. Chegando lá, encontram o louco novamente, mas morto. Alguém o assassinou. Aparece um homem, dizendo ser funcionário de um hospício, “reconhece” o morto e sai. Eles descobrem a identidade do morto e que ele não esteve em nenhum hospício. Perceberam que aquele homem não era funcionário do local. Certamente era o Destruidor, o número 4!

O detetive passa a ajudar o inspetor Japp em casos que poderiam ter relação com os Quatro Grandes. Junto com Hastings, tenta descobrir o que é essa organização internacional que deseja dominar o mundo. Poirot procura entender a mente de cada um dos quatro, e desvendar suas personalidades. Eles vivem várias situações, às vezes acertam, e às vezes caem nas mãos de algum dos quatro – com exceção do principal, o chinês – mas sempre conseguem escapar.

Depois de um acidente, Poirot acaba falecendo. Hastings fica arrasado, quer tentar se vingar. Todos dizem para ele não se meter com os Quatro Grandes, e para voltar para a Argentina, onde morava com sua esposa. Mas ele não desiste tão facilmente.  O que será que acontece com o capitão? E será que ele continuará sozinho? Leia e descubra!

O livro foi publicado pela primeira fez em 1927, e é um dos romances policiais de Agatha Christie, a Dama do Crime. O narrador é o Capitão Hastings, e é praticamente impossível parar de ler, de tão envolvido que o leitor fica com a história.

“Os quatro grandes” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

Categories: Sem categoria | Deixe um comentário

Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 41

Categories: Porções de leitura | Deixe um comentário

Livros que viraram filmes – Menino de engenho

menino engenho

Carlinhos tinha apenas quatro anos quando sua mãe faleceu, assassinada pelo pai do menino, que foi para uma casa de saúde. Carlinhos foi para um engenho, do qual seu avô materno era senhor. Logo se acostumou com o lugar e a vida de lá. Seu avô, José Paulino, era um homem bom, e sua tia Maria fazia o papel de mãe.

No engenho Santa Rosa, Carlinhos cresceu e aprendeu muito. Brincava com amigos, mas também ficava bastante tempo sozinho, com seus pensamentos e seus medos. Lá teve seus primeiros amores. Ele, narrador da história, contou também sobre a vida no engenho, sobre os senhores e os trabalhadores, sobre o tempo, e as visitas que faziam e recebiam.

Ele adoeceu, e passou a receber mais cuidado e atenção. Já não podia ficar fora de casa quando tinha muito sol ou no sereno. Carlinhos foi ficando cada vez mais triste e solitário. A tia Maria casou-se e houve festa no engenho, e ele perdeu sua segunda mãe.

Aos 12 anos, foi estudar em um colégio interno. Embarcou no trem e foi se despedindo do Santa Rosa. Viu o campo, a casa grande, o gado, os meninos acenando. E assim ficou para trás a vida de menino, e de engenho, do Carlos.

O livro, estréia do autor, foi publicado pela primeira vez em 1932. Aprovado pela crítica, foi premiado pela Fundação Graça Aranha. Apesar de haver palavras que não fazem parte do vocabulário de todos os leitores, a linguagem é simples e a leitura é rápida. Um glossário acompanha algumas edições, o que auxilia para um entendimento melhor do texto. Recebeu tradução para algumas línguas e virou filme em 1965.

“Menino de engenho” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

Categories: Livros/Filmes, Recomendação | Deixe um comentário

Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 40

Categories: Porções de leitura | Deixe um comentário

Create a free website or blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: