Monthly Archives: Março 2015

Exposição – “O verso do inverso”

A Biblioteca inicia as exposições de 2015 com a mostra “O verso do inverso”, do artista Lucas Felipe Krutsch. Sua obra mescla arte, fotografia e design. As visitações estão abertas até o dia 17 de abril.

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Exposição Lucas 2015

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2015 09

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Dica de Leitura – Crime e castigo

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Raskólnikov era um ex-estudante de Direito, jovem e pobre, que morava em São Petersburgo, na Rússia. Ele resolveu matar uma velha miserável e usurária, tentando justificar uma teoria dele. Quando finalmente resolveu cometer o crime, acabou tendo que matar uma pessoa inocente, a irmã da velha, que não estaria no apartamento no dia. Conseguiu escapar sem que ninguém o visse, e não levou muita coisa valiosa, além de esconder a maioria delas.

Raskólnikov ficou perambulando pelas ruas, com sua mente agitada. Sofrendo, às vezes delirando, por alguns meses. Todos disseram que ele parecia estar louco. Encontrou um colega, que passou a ajudá-lo. Raskólnikov recebeu uma carta, dizendo que sua mãe e sua irmã estavam indo para São Petersburgo, pois a irmã estava noiva. O noivo foi visitar o rapaz, e eles não se entenderam.

O jovem havia recebido um dinheiro de sua mãe, mas acabou gastando tudo, entregando à família de um recém falecido funcionário público que ele havia conhecido em um bar. Conheceu a família dele, inclusive a filha mais velha, Sônia, que se tornou prostituta em função da vida miserável.

A polícia havia prendido um suspeito do crime, e, embora Raskólnikov tenha ido à delegacia algumas vezes, somente mais tarde confessou o crime à Sônia, e depois à polícia. Ele foi enviado à uma prisão na Sibéria, e Sônia foi junto.

O livro foi publicado pela primeira vez em 1866, e é um dos romances russos mais lidos e importantes. Dostoiévski  falou sobre culpa e punição, e os limites da ação humana. Não se trata de uma leitura rápida e fácil, em função da linguagem e da tensão existente no texto. Apesar disso, o leitor pode se envolver com a leitura na questão psicológica, e na expectativa de saber o destino de Raskólnikov.

“Crime e castigo” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2015 8

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Livros que viraram filmes – Água para elefantes

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Jacob Jankowski era um senhor de 90 ou 93 anos, que vivia em uma casa de repouso. Quando descobriu que estava chegando um circo à cidade, as lembranças de sua juventude, e um segredo, vieram à tona.

Quando tinha 23 anos, Jacob estava prestes a se formar em medicina veterinária. No entanto, seus pais acabaramm falecendo em um acidente de carro. Ele não conseguiu fazer as provas finais, e acabou pulando em um trem em movimento.

Esse trem era do circo Irmãos Benzini. Conseguiu ser contratado pelo circo, e quando descobriram que ele estudou medicina veterinária, Jacob passou a cuidar dos animais. Enquanto esteve lá, o jovem aprendeu sobre a dor e o amor. Ele e os outros sofriam nas mãos do empresário Tio Al. E não entendiam August, chefe dos animais, que às vezes era encantador e às vezes insociável. Jacob apaixonou-se duas vezes, por Marlena – artista do circo e esposa de August -, e Rosie – a elefanta. A situação foi ficando cada vez pior, até que um incidente mudou para sempre a vida de todos, artistas e funcionários do circo. O jovem testemunhou um ocorrido, mas guardou o segredo de Rosie por 70 anos.

Infelizmente a visita do idoso Jacob não apareceu no dia em que o iriam levar ao circo, e ele decidiu ir por conta própria, de cadeira de rodas. E o final da história é surpreendente!

O livro foi publicado pela primeira vez em 2006, e cinco anos depois foi adaptado para o cinema. A autora fez pesquisas e viagens para abordar bem o assunto, e conseguiu. Com uma linguagem simples, e de leitura rápida, alterna entre o presente e o passado de Jacob. “Água para elefantes” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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14/03 – Dica de Leitura – Poesia

Hoje é o Dia Nacional da poesia! Em comemoração à data, nossas dicas de leitura são de livros de poesia…

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Romanceiro da inconfidência (Cecília Meireles)

“Em ‘Romanceiro da Inconfidência’, Cecília Meireles lança mão de uma das mais primitivas formas de literatura para contar a história da Inconfidência Mineira. Como bem define Ana Maria Machado, que assina a apresentação desta edição, o gênero épico nasceu antes mesmo da escrita. Era criado para ser cantado e transmitido oralmente de geração em geração. Inspirada pelo Romanceiro cigano, de Federico García Lorca, Cecília Meireles usou diversas formas e métricas poéticas para escrever os quase cem poemas que compõem o livro. Por ele desfilam personagens históricos que fizeram parte da Inconfidência, como, obviamente, Tiradentes, Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa e Joaquim Silvério entre outros, que, embora não tenham tomado parte direta no episódio histórico, são figuras destacadas na história das Minas Gerais, como Chico Rei e Chica da Silva. Além do texto de apresentação de Ana Maria Machado, esta edição resgata a transcrição de uma conferência que Cecília Meireles deu na cidade de Ouro Preto, em 1955, intitulada ‘Como escrevi o Romanceiro da Inconfidência.’”

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Antologia poética de Fernando Pessoa

“Fernando Pessoa é um escritor modernista português, cuja obra poética representou um divisor de águas entre o Tradicional e a Modernidade. Sua obra de grande complexidade e beleza se apresenta ao leitor como um labirinto de espelhos, uma vez que existem inúmeros Fernando Pessoa: ele mesmo e seus heterônimos, espécies de personas com vida e estilo próprios. Diante de poetas tão distintos, talvez o leitor se pergunte se os heterônimos não são a expressão de situações existenciais dramáticas de Fernando Pessoa, criados com a intenção de manifestar suas contradições e angústias. Talvez os heterônimos sejam fruto do desejo de exercer as múltiplas faces do eu poético que não cabiam numa só Pessoa . Assim o conjunto da poesia de Fernando Pessoa se caracteriza pela fragmentação do eu poético na busca de novos meios de apreensão e expressão do que seria o universo poético.”

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Todos os sonetos (Augusto dos Anjos)

“A crítica do início do século ignorou Augusto dos Anjos. Se alguma exceção se abriu foi para reputá-lo autor de versos estapafúrdios e aberrantes. Nas décadas seguintes, impôs-se o reconhecimento público, que faria de Augusto o que ele é hoje, um dos mais admirados poetas brasileiros. E, por certo, o mais original, como se depreende da leitura deste volume – seus sonetos completos.”

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Amores: caminhos e descaminhos (Ana Janete Pedri)

“Equilibrando suas poesias com sua alma, a escritora Ana Janete, resgata a lembrança, a espera, a tristeza e o momento na procura da felicidade existente dentro de si mesma.” Arão Barbi

“A poeta Ana Janete escreve poemas cujas canções correspondem ao desabrochar das flores em Jaraguá do Sul, que, ao lado das chaminés e parques industriais, necessita de jardins coloridos que enalteçam a vida.” Alcides Buss

“A poesia de Ana Janete tem sabor de fruta madura, sabor de sol e música, sabor de experiência e intensa vivência, sabor de vida e, escondida em suas frases uma semente que gera sonhos maravilhosos…” Gil Salomon

“Em seus poemas, Ana Janete define e expressa o amor, entre suas rimas, desde uma visão mais inocente, até o um desejo mais incandescente. Com palavras escolhidas a dedo, uma a uma, Ana traz sensações poéticas em frases diretas e profundas. Além de viajar na beleza do amor, o leitor, com certeza encontrará nas páginas deste livro um verso que poderá dedicar para alguém especial.” João Luís Chiodini

Boas leituras!

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12/03 – Dia do Bibliotecário

Parabenizamos hoje todos os bibliotecários, especialmente a Hadra M. Kuester, responsável pela Biblioteca Padre Elemar Scheid!

2015.03.12 - Dia do bibliotecário

Quer saber mais sobre essa data e sobre a profissão? Clique aqui!

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Pequenas Porções de Leitura

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Dica de autores – Moacyr Scliar

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Moacyr Jaime Scliar nasceu em 23 de março de 1937, em Porto Alegre. Sua mãe era professora primária, por ela ele foi alfabetizado. Em 1943 entrou em um colégio, e formou-se no ensino médio cinco anos depois. Suas primeiras experiências com a literatura foram nessa época.

No ano de 1955, Moacyr começou a cursar Medicina. Tornou-se professor e se dedicou à saúde pública. Fez pós-graduação em Israel, e doutorado no Brasil. Ele era médico e escritor. Há quatro anos, sofreu um AVC, e veio a falecer em 27 de fevereiro.

Scliar escreveu não só contos, mas também romances, novelas, e ensaios. Em seus textos aparece o conhecimento na área de medicina, e, principalmente, a influência pelo fato de ser judeu e filho de imigrantes europeus. Outras coisas presentes em alguns de seus textos são as questões políticas e a crítica à sociedade capitalista. Seus personagens fogem da normalidade, e sua escrita tem diversidade. Há um grande número de obras para crianças e adolescentes, e algumas adaptações de clássicos brasileiros. Moacyr escreveu para jornais, e recebeu vários prêmios literários. Alguns de seus livros foram traduzidos em vários países, e também foram adaptados para o cinema. No ano de 2003, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

A Biblioteca Padre Elemar Scheid tem, em seu acervo, alguns livros de Moacyr Scliar. Boa leitura!

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