Monthly Archives: Setembro 2015

Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2015 35

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Exposição: Modelagem Costura II

A Biblioteca Padre Elemar Scheid, em Jaraguá do Sul, está com a mostra de trabalhos dos acadêmicos da 4ª fase do curso de Moda. O período para visitação começou no dia 23 e vai até o dia 16 de outubro.

convite exposição moda

Prestigie a exposição!

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Dica de leitura – Para não esquecer

para não esquecer

O livro reúne mais de cem crônicas de Clarice Lispector. São textos de variados tamanhos, e que falam sobre diversas coisas, suas vivências, seu processo de escrita. Não existe uma conexão entre as histórias, e parecem anotações, pensamentos. A autora mostra ao leitor suas percepções, sob seu olhar poético.

O livro foi publicado pela primeira vez em 1964, como a segunda parte de “A legião estrangeira”. A princípio, iria chamar-se “Fundo de gaveta”, mas foi posteriormente alterado.  A leitura pode ser feita rapidamente, mas o ideal é ler um pouco por vez. E em alguns momentos, é preciso ler mais de uma vez uma crônica, para uma melhor compreensão.

“Para não esquecer” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

Futuro de uma delicadeza

“– Mamãe, vi um filhote de furacão, mas tão filhotinho ainda, tão pequeno ainda, que só fazia era rodar bem de leve umas três folhinhas na esquina…”

(Clarice Lispector)

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2015 34

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Indicação

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Pequenas Porções de Leitura

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Dica de leitura – A revolução dos bichos

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Major, um porco mais velho da Granja do Solar, teve um sonho, e reuniu todos os animais para conversar. Falou sobre a vida deles, que trabalhavam duro, não eram livres, e não sabiam o que é felicidade ou lazer. Disse que o Homem é o inimigo e culpado pela escravidão dos animais. Major ensinou uma antiga canção, “Bichos da Inglaterra”, que fala sobre uma revolução que acontecerá.

Pouco tempo depois, o Major faleceu. Os porcos Bola-de-Neve e Napoleão se tornaram os guias da revolução. Juntamente com o porco Garganta, reuniam os animais e organizaram os ensinamentos do porco velho, criando o Animalismo. Ao final desses encontros secretos, cantavam a canção.

Jones, o proprietário da fazenda, já não era mais o mesmo e devido à bebida, acabou descuidando da granja, e os animais ficaram sem comer um dia. Uma vaca arrebentou a porta do depósito e os bichos entraram. Jones e seus peões tentaram contê-los, com chicotes. Os animais se revoltaram e expulsaram os homens. A esposa de Jones viu o que estava acontecendo e fugiu também.

Na madrugada seguinte, os animais, empolgados, correram pelas pastagens. Trocaram o nome do lugar para Granja dos Bichos. Os porcos haviam se alfabetizado, e resumiram os princípios do Animalismo em sete mandamentos, que foram pintados na parede e transformados em lei. Os animais começaram a fazer os trabalhos que os humanos faziam, sob o comando dos porcos.

Jones e alguns homens retornaram à fazenda, na tentativa de a retomar, mas os animais os expulsaram novamente. Depois de um tempo, Napoleão começou a acusar Bola-de-Neve de várias coisas, até que finalmente o expulsou e se tornou líder. Com o tempo, os porcos começaram a agir diferente, passando inclusive a alterar alguns mandamentos.  Muitas coisas mudaram, até que porcos e homens começam a parecer uma coisa só para os outros animais.

O livro foi escrito em 1945, e é uma crítica ao totalitarismo, ao poder ilimitado. A história combina a fábula moral com a sátira política. O livro é de rápida leitura, e prende o leitor. “A revolução dos bichos” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2015 32

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Uma melhor biblioteca para todos!

Todos concordam que o melhor ambiente para se estudar é um lugar calmo e sem barulhos, para que assim haja uma melhor concentração e um melhor avanço nos estudos, porém estão havendo muitas reclamações de barulho na biblioteca, faça a sua parte e torne a biblioteca melhor para você e para todos = ).

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Dica de Autores – Charles Dickens

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Charles John Huffam Dickens nasceu em 07 de fevereiro de 1812, na Inglaterra. Nascido em uma família com dificuldades financeiras, Charles frequentou uma escola pública ocasionalmente. Porém, aos dez anos, já havia tido contato com várias obras de literatura, pois a sua educação ocorria mais na biblioteca de seu pai. A família mudou-se para Londres, onde o menino deparou-se com a sociedade industrial.

Aos onze anos, Dickens começou a trabalhar dez horas por dia em um curtume. Isso o marcou a vida inteira como algo traumatizante. O pai dele foi preso, por causa de dívidas, e foi solto três meses depois. Finalmente, aos 12 anos, o rapaz foi pela primeira vez a uma escola, tendo bom desempenho.

Voltou a trabalhar aos 15, como auxiliar em uma firma de advocacia, mas sem abandonar os estudos. Apendeu taquigrafia e virou repórter freelancer. Em 1831, Dickens começou a trabalhar como jornalista, e mais tarde publicava histórias cômicas, o que o tornou conhecido nacionalmente.

Dickens casou-se em 1836, com Catherine Hogart, com quem teve dez filhos. A partir de 1937, começou a carreira de romancista, e surgiu o personagem órfão Oliver Twist. Publicou outras histórias, e “Um conto de Natal”, teve uma ótima receptividade. O escritor montou, em 1845, um grupo de teatro amador. “David Copperfield” foi publicado em encartes entre 1849 e 1850. Dickens começou a fazer leituras públicas de sua obra em 1853.

O escritor Hans Christian Andersen fez uma visita à família de Dickens em 1857. Nesse mesmo ano, Dickens envolveu-se com uma atriz da companhia teatral dele, e um ano depois, separou-se de sua esposa. Em 1865, a saúde do escritor começou a ficar debilitada, e cinco anos depois, no dia 09 de junho, ele faleceu.

Dickens foi um dos principais escritores ingleses. Escreveu romances, contos, peças de teatro e artigos de jornal. Suas obras são carregadas de críticas sociais da época, expondo problemas como violência, pobreza, e desemprego.

A Biblioteca Católica SC tem, em seu acervo, alguns livros de Charles Dickens, e também adaptações de suas obras. Boas leituras!

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