Monthly Archives: Novembro 2015

Pequenas Porções de Leitura

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Dica de Leitura – Drácula

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Jonathan Harker trabalhava como solicitador e foi à Transilvânia, ao encontro do Conde Drácula, que estava comprando propriedades na Inglaterra. Apesar de receber avisos das pessoas locais quanto ao perigo, Jonathan não desistiu nem adiou sua chegada ao castelo.

O conde o recebeu bem, mas causou certo estranhamento. Depois da hospitalidade inicial, de conversas, e de assuntos profissionais tratados, Jonathan percebeu cada vez mais que existia algo assustador e tenebroso. O rapaz não era mais hóspede, e sim, prisioneiro de Drácula. O conde viajou para a Inglaterra, e o solicitador ficou no castelo com três seres, três mulheres que sugavam sangue. Mas ele conseguiu fugir.

Mina Murray, noiva de Jonathan, estava passando um tempo com sua amiga Lucy Westenra. Em um final de dia, houve uma forte tempestade, e uma escuna apareceu em Whitby. Assustadora e estranhamente, ela era guiada por um cadáver! Logo que se chocou contra a areia, um enorme cão saltou dela e saiu em disparada, sumindo.

Lucy era sonâmbula, e, apesar dos cuidados de Mina, ela sumiu em uma madrugada. Mina a encontrou no píer, acordou-a aos poucos e a levou para casa. Dias depois, Lucy começou a enfraquecer. Mina estava também apreensiva por não receber informações sobre Jonathan. Quase quatro meses depois da partida dele, Mina recebe uma correspondência, dizendo que seu noivo estava sob os cuidados de um hospital em Budapeste. Mina foi até lá, e os dois se casaram.

Arthur Holmwood, noivo de Lucy, pediu ao Dr. Seward – do hospital psiquiátrico – que fosse ver a moça, pois estava preocupado com sua saúde. O médico nada conseguiu descobrir, então chamou o Professor Van Helsing, que entendia de doenças de origens obscuras. O professor percebeu que ela havia sido vítima de um vampiro, mas nada falou, receando a reação do noivo, do médico, e de Quincey Morris. Apenas pedia-lhes ajuda, dava orientações, e juntos cuidavam de Lucy.

Lucy e sua mãe foram atacadas por Drácula, na forma de morcego, e ambas morreram. A mãe por ataque cardíaco, e Lucy por ataque sanguinário. No entanto, depois de enterrada, a moça renasceu, como vampira, e perseguia crianças. O professor teve, então, que revelar aos outros o que tinha acontecido com ela. Não havendo outra coisa que pudesse ser feita para que Lucy descansasse em paz, fincaram uma estaca no coração dela, e deceparam sua cabeça.

Jonathan e Mina retornaram de Budapeste, e juntamente com Dr. Seward, Arthur, Quincey e Van Helsing, decidem por um fim em tudo, indo atrás de Drácula. Mina tornou-se o novo alvo do vampiro. Porém, além de sugar seu sangue, ele lhe dá de beber do sangue dele, e esse ritual os une espiritualmente, como se fosse um casamento. O professor percebe que, através de hipnose feita em Mina, é possível seguir os movimentos de Drácula, que havia fugido. Decididos a aniquilar o vampiro, e a salvar tanto Mina como outros seres humanos que pudessem ser vítima, o grupo o persegue até a Transilvânia, e finalmente consegue libertar o mundo.

O livro foi publicado pela primeira vez em 1897, e é um romance epistolar – reunião de cartas, diários, relatos, reportagens, e registros de bordo. Isso faz com que o leitor envolva-se com a história, sentindo o desespero dos personagens. O mito dos vampiros já existia, contudo, “Drácula” foi responsável por propagá-lo. Há a possibilidade de Bram Stoker ter se inspirado no príncipe Vlad Tepes, famoso por sua crueldade. Apesar das críticas positivas quando o livro foi lançado, somente no século XX teve grande repercussão. A obra foi adaptada inúmeras vezes, com referências diretas ou indiretas, para as mais diversas mídias.

“Drácula” faz parte do acervo da Biblioteca Joinville. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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Exposição – Núcleo de Fotografia ACIJS-APEVI

A Biblioteca Padre Elemar Scheid, em Jaraguá do Sul, está com a mostra de fotografias dos profissionais que participam do Núcleo de Fotografia ACIJS-APEVI. O período para visitação começou no dia 12 e vai até o dia 27 de novembro.

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Dica de autores – Jorge Amado

 

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O escritor Jorge Amado nasceu em 10 de agosto de 1912, na Bahia. Enquanto fazia os estudos secundários, começou a trabalhar em jornais. “O país do carnaval”, seu primeiro romance, foi publicado em 1931. Dois anos depois, casou-se com Matilde, de quem se separou em 1944, tendo antes uma filha. No ano de 1935, formou-se em Direito, mas não chegou a exercer a profissão.

Na década de 40, exilou-se na Argentina e no Uruguai, por ser militante comunista. Foi também deputado federal, e membro da Assembléia Nacional Constituinte. Jorge casou-se com Zélia Gattai em 1945, e tiveram dois filhos. Dois anos depois, o PCB foi declarado ilegal, e o escritor exilou-se na França, com a família. Foi expulso em 1950, e até 1952, viveram em Praga.

Jorge Amado, de volta ao Brasil, dedicou-se à literatura, depois de se afastar da militância política, em 1955. Ele foi eleito para a cadeira número 23 da Academia Brasileira de Letras, em abril de 1961. No dia 06 de agosto de 2001, o escritor faleceu.

O estilo literário de Jorge Amado é o romance moderno, e a vida de trabalhadores baianos está bastante presente em seus livros. Sua obra foi traduzida para vários idiomas, e teve várias adaptações – cinema, teatro, televisão, e como temas de escolas de samba. Além disso, recebeu diversos prêmios, nacionais e internacionais. O escritor ainda recebeu títulos de Comendador e de Grande Oficial em outros países, e foi Doutor Honoris Causa em algumas universidades brasileiras.

A Biblioteca Católica SC tem, em seu acervo, diversos livros de Jorge Amado. Boas leituras!

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Dica de Leitura – Montanha-Russa

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Esse livro é uma reunião de cem crônicas de Martha Medeiros, que foram publicadas entre os anos de 2001 e 2003, no jornal Zero Hora. Os textos são curtos, com linguagem simples e de rápida leitura.

As crônicas falam sobre o cotidiano, e muito sobre nós. Desejos, indecisões, atitudes, amores, medos… Enfim, tratam da montanha-russa que é a nossa vida, com suas curvas, quedas e subidas. Em alguns momentos, o leitor pode concordar com a autora, em outros discordar, e em outros ainda parar para pensar sobre algo que ainda não havia refletido.

“Viver não é seguro. Viver não é fácil. E não pode ser monótono. Mesmo fazendo escolhas aparentemente definitivas, ainda assim podemos excursionar por dentro de nós mesmos e descobrir lugares desabitados em que nunca colocamos os pés, nem mesmo em imaginação. E estando lá, rever nossas escolhas e recalcular a duração de ‘para sempre’. Muitas vezes o ‘pra sempre’ não dura tanto quanto duram nossa teimosia e receio de mudar.” (trecho de Felizes para sempre)

“Montanha-russa” faz parte do acervo da Biblioteca Joinville. Boa leitura!

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Dica de leitura – Resistência: a história de uma mulher que desafiou Hitler

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A francesa Agnès Humbert trabalhava no Museu Nacional de Artes e Tradições Populares, em Paris. Seu diário começou em 07 de junho de 1940, quando estavam circulando boatos de que os alemães estavam avançando pela França. O cenário era sombrio, e muitas pessoas já estavam fugindo.

Junto com alguns amigos, fundou um grupo de resistência. Encontravam-se escondidos, e distribuíam folhetos e jornais. No ano seguinte, traídos por um espião, as pessoas do grupo foram presas, inclusive Agnès. Alguns foram fuzilados, ela e outras mulheres foram deportadas para a Alemanha como presas políticas, e submetidas ao trabalho forçado.

De abril de 1941 em diante, Agnès não pôde continuar seu diário. Por ter sido presa, não tinha como continuar a escrever, pois lhe privaram de tudo. Porém, logo que voltou à França, reescreveu tudo o que aconteceu nos quatro anos que se passaram, com a memória ainda a auxiliando. A francesa relatou tudo, todos os sofrimentos e os momentos de esperança, e o dia em que pode ser liberada e ajudar o exército americano a reorganizar a cidade onde estava e a encontrar pessoas responsáveis pelo sofrimento de muita gente.

O livro é uma mistura e diário e memória, e foi publicado pela primeira vez em 1946. Apesar de todo o padecimento, ela nunca deixou de mostrar seu lado sarcástico e irônico, e até humorístico em vários momentos. Mesmo debilitada, física e espiritualmente, ela resistiu. Nunca desistiu de lutar pela liberdade dela e dos outros, e de esperar por esse dia, mesmo que isso significasse mais guerra. É um dos poucos livros que melhor e mais fala desse momento da história. O leitor precisa estar disposto a descobrir ou saber mais do que aconteceu há pouco tempo e do que é capaz a crueldade humana.

“Resistência” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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