Monthly Archives: Março 2016

Exposição: Fabulosos

A Biblioteca Padre Elemar Scheid está com a mostra da artista Cema Raizer. As pinturas retratam personalidades do Rock, que fizeram e fazem história, ídolos que atravessam gerações. “Fabulosos” pode ser visitada até o dia 26 de abril. Prestigie a exposição!

convite cema 2016

exposição fabulosos

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2016 09

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Feliz Páscoa!

2016.03.23 - Feliz Páscoa

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Dica de leitura – A Bela e a fera

a bela e a fera

O livro é composto por oito contos, alguns escritos entre 1940 e 1941 (primeira parte), e dois escritos em 1977 (segunda parte). Foi publicado após a morte da escritora, e mostra duas Clarices, uma jovem, outra mais velha.

Na primeira parte, nota-se uma Clarice emocional, com bastante imaginação e sofrimentos. Os temas mais frequentes são as relações amorosas, com seus encontros e desencontros. Na segunda parte, com contos escritos no último ano de vida da autora, percebe-se a Clarice madura, que muito viveu. Fazem-se presentes pensamentos sobre os rumos da vida, e o lado desconhecido e enigmático de cada um. Todos os textos do livro trazem temas como o sentido da vida, a solidão, as escolhas, o ser humano, e a condição feminina.

“A bela e a fera” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

“Cada pessoa é um mundo. Cada pessoa tem sua própria chave e a dos outros nada resolve, só se olha para o mundo alheio por distração, por interesse, por qualquer outro sentimento que sobre nada e que nos é vital, o ‘mal de muitos’ é consolo, mas não é solução.”

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2016 8

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21 de Março – Dia Mundial da Poesia

A data foi instituída na 30º Conferência Geral da UNESCO, em 1999. O propósito é promover a leitura, escrita, publicação e ensino da poesia, e comemora a livre criação de ideias por meio das palavras.

No Brasil, a data era comemorada em 14 de março, em homenagem ao poeta Castro Alves. Porém, em junho de 2015, foi sancionada a Lei 13.131/2015, que institui o Dia Nacional da Poesia no dia 31 de outubro, dia do nascimento de Carlos Drummond de Andrade.

Hoje preparamos dicas de livros de poesia. Boa leitura!

001

Ensaios fotográficos (Manoel de Barros)

“Manoel de Barros mistura árvores com Bach, une Maiakovski a pássaros, mescla Shakespeare e Buson aos seus pequenos seres, combina Rabelais com pedras, exercitando todo seu talento e sensibilidade e mostrando o intelectual que sempre foi. Um dos maiores nomes da poesia brasileira, Manoel de Barros utiliza a imagem e a fotografia como meio para a busca do instante-nada das coisas. Para tanto, encarna um fotógrafo que retrata o silêncio, o perfume, o vento, constatando: ‘Hoje eu atingi o reino das imagens, o reino da despalavra’.”

002

Cancioneiro (Fernando Pessoa)

“Esta edição, organizada por Jane Tutikian, apresenta ao leitor os poemas assinados por Fernando Pessoa com seu próprio nome e que foram publicados esparsamente em periódicos. A escolha de “cancioneiro” para este conjunto de poemas líricos, rimados e metrificados, de forte influência simbolista, não é aleatória: cancioneiro é o nome dado ao conjunto de poesias líricas medievais, portuguesas ou espanholas, fortemente ligadas à música, ao canto e à dança. As poesias do Cancioneiro pessoano, por sua vez, estão ligadas à tradição lírica portuguesa, também têm um ritmo e uma métrica com grande musicalidade.”

003

Melhores poemas de Mario Quintana (Mário Quintana)

“Uma cuidadosa seleção de Fausto Cunha dos poemas de Mario Quintana, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Quintana entrou na literatura brasileira quase em surdina, sem estardalhaço, sem autopromoção, como um aprendiz de feiticeiro brindando o público com os seus baús de espanto. Apesar do êxito popular, ou talvez por isso mesmo, a crítica custou a reconhecer a obra de Quintana. Acusavam-no de passadista, de preso a fórmulas superadas, sem perceber a magia de sua poesia e o seu humor refinado. Quando perceberam já era tarde. O poeta já estava mais do que consagrado pelo povo.”

004

Antologia poética (Gregório de Matos)

“As peças recolhidas nesta obra, organizada por Walmir Ayala, expressam o que há de mais representativo nas três correntes poéticas de Gregório de Matos: a sacra, a lírica e a satírica. Sem dúvida, foi na sátira que o poeta mais se destacou, chegando por isso a ser chamado de Boca do Inferno. Sua poesia retratou pobres e ricos, fracos e poderosos, sem deixar de fora as grandes autoridades de sua época.”

005

Cadernos da noite (Alcides Buss)

“Cadernos da noite surpreende pela ousadia cada vez maior do poeta em revisitar temas e obsessões, mas agora com uma linguagem que ressuma simplicidade e sabedoria. Através da memória, tenta reconstruir uma ponte de transição com a tradição perdida: ‘Caminho para dentro de mim / até onde me posso alcançar’. E, para um mundo em risco sistêmico, propõe: ‘um resíduo de sol / carrego lá no fundo / do abismo pós-moderno”. Mas recompõe, mais adiante: “Efêmera é a vida. / Mal pode, alguém, / à deriva de tudo, dar conta / de seu próprio umbigo’. Cadernos da noite nos dá a certeza de que estamos ante um novo clássico: tem a lavratura certa, o verso na medida exata, a intenção solar. Clássico, pois incorpora o coletivo e lhe confere voz pessoal, inconfundível e única.” (Carlos J. Appel)

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2016 07

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12/03 – Dia do Bibliotecário

Amanhã é o Dia do Bibliotecário! Parabenizamos todos os bibliotecários, especialmente a Hadra M. Kuester, responsável pela Biblioteca Católica SC!

2016.03.11 - Dia do Bibliotecário

Quer saber mais sobre essa data e sobre a profissão? Clique aqui!

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Dica de Leitura – Iracema

Iracema

Iracema era uma índia da tribo tabajara. Filha do pajé, era virgem e tinha lábios de mel. Um dia, estava descansando na floresta quando escutou um ruído. Um guerreiro branco a olhava, e rapidamente, uma flecha dela o atingiu. Percebendo que o magoara, Iracema foi até ele e estancou o sangue e tirou a flecha. Martim seguiu a índia até a cabana de seu pai e se tornou hóspede.

O guerreiro branco decidiu ir embora, mas Iracema pediu que ele ficasse. Um dia, estavam passeando pela mata. Lá, um guerreiro tabajara percebeu a proximidade dos dois e tentou ferir Iracema, mas quem acabou ferido foi ele. Iracema era a virgem que carregava o segredo da jurema e o mistério do sonho, e não podia envolver-se com Martim, pois, caso contrário, morreria.

Quando Martim foi embora, Iracema o acompanhou, junto com Poti, amigo do guerreiro branco, da tribo dos pitiguaras. A índia revelou que não podia mais se separar de Martim, pois não era mais a virgem de Tupã, tornara-se esposa do guerreiro. Chegaram às terras pitiguaras e ficaram por um tempo. Iracema estava triste por estar em terra de inimigos de sua tribo. O casal resolveu partir, e Poti foi junto, até chegarem a um lugar escolhido para fazer a cabana, onde foram felizes.

O guerreiro branco passou por uma cerimônia, teve o corpo pintado e recebeu o nome de Cotiabo. Um dia, Iracema descobriu que estava grávida. Martim precisou, junto com Poti, defender a tribo. Depois de voltar, o guerreiro foi sentindo saudades de sua terra, e tornou-se ausente. A índia sentia falta do esposo. O bebê nasceu quando os dois novamente haviam saído para a guerra. Iracema deu-lhe o nome de Moacir, “filho do sofrimento”.

Por causa de sua tristeza, Iracema sentia-se fraca, e mal conseguia alimentar seu filho. Quando finalmente Martim e Poti retornam, ela só teve forças para mostrar Moacir ao pai. Martim deitou Iracema na rede, e logo ela faleceu. Conforme havia sido seu pedido, a índia foi enterrada ao pé do coqueiro que tanto gostava. Esse lugar depois veio a ser chamado de Ceará. Martim partiu para Portugal com seu filho, mas depois retornou, plantando no lugar a fé cristã. Poti tornou-se cristão e permaneceu amigo de Martim.

O livro possui personagens que fizeram parte da História do Brasil, e mistura com ficção, criando o nascimento do primeiro filho da miscigenação entre o índio e o branco. Foi publicado pela primeira vez em 1865, e integra a tríade dos romances indianistas de José de Alencar.  “Iracema” faz parte do acervo da Biblioteca católica SC. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

Pequenas Porções de Leitura 2016 06

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