Monthly Archives: Setembro 2016

Dica de Leitura – O mistério do trem azul

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Ruth Kettering era filha de um milionário americano e casada com um inglês. O casamento não estava muito bem, Derek era visto com outras mulheres, especialmente a atriz Mirelle. Van Aldin, pai de Ruth, sugere que seja feito um divórcio. Ela fica em dúvida se Derek aceitará, pois ele não tem dinheiro nenhum. Mesmo o sogro fazendo uma proposta, ele realmente não quer o divórcio.

Conversando com Mirelle, Derek descobre que sua esposa estava indo visitar o Conde de La Roche, antiga paixão dela. Descobre também que Mirelle não ficaria com ele caso fosse pobre, ela interessa-se apenas por dinheiro. Derek termina com Mirelle.

No dia 14 de fevereiro, embarcaram no Trem Azul, com destino a Riviera: Ruth, sua aia, Derek, Mirelle, e Katherine. Katherine cuidou durante dez anos de uma senhora rica, que quando faleceu, deu seu dinheiro a ela. Estava indo visitar uma prima, e logo que viu Ruth, percebeu que ela estava nervosa. Encontraram-se na hora do almoço, e Ruth, precisando desabafar, a chamou para ir na sua cabine, onde confessou com quem iria se encontrar. Katherine falou que era tolice ela ir, e Ruth pareceu concordar.

Chegando ao destino, pouco depois que desceu do trem, Katherine é chamada de volta e levada à cabine de Ruth. A jovem senhora estava morta, com sinais de enforcamento, e com o rosto desfigurado. E um estojo havia sumido. Dentro dele, estavam os rubis que Van Aldin havia dado à filha. Quem teria assassinado Ruth? Seria o assassino também o ladrão, ou foram pessoas diferentes? Esse é mais um caso para o detetive Poirot, que também estava no trem.

“O mistério do trem azul” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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Dica de Leitura: O melhor de Rubem Alves

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Rubem Alves foi escritor, psicanalista, educador, filósofo e teólogo. É um dos intelectuais mais conhecidos e respeitados do Brasil. Teve mais de cem livros publicados, sendo que vários deles foram traduzidos para outros idiomas. Sabendo da dificuldade de se ler toda a obra dele, o professor Samuel Ramos Lago, selecionou várias pérolas de Rubem Alves, que contêm a essência do pensamento dele, e as publicou. É uma síntese de suas mensagens, separadas por várias áreas: educação; religião; sabedoria; vida – morte; sentimento; poesia – palavras – livros – pensamentos; filosofia; ciências; e política.

Confira abaixo alguns dos pensamentos:

“Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver.”

 “Não fiquem inquietos por aquilo que ainda não aconteceu e nem se sabe se acontecerá. Tratem de cuidar dos males do amanhã, amanhã.”

“A ciência não começa com aparelhos. Ela começa com os olhos, curiosidade e inteligência.”

“Otimismo é quando, sendo primavera do lado de fora, nasce a primavera do lado de dentro. Esperança é quando, sendo inverno do lado de fora, a despeito dele brilha o Sol de verão no lado de dentro.”

“Os poetas são aqueles que, em meio a dez mil coisas que nos distraem, são capazes de ver o essencial e chamá-lo pelo nome. Quando isso acontece, o coração sorri e se sente em paz. Encontrou aquilo que procurava.”

“A vida tem sua própria sabedoria. Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo a mata. Quem tenta ajudar o broto a sair da semente o destrói. Há certas coisas que têm que acontecer de dentro pra fora.”

O melhor de Rubem Alves” faz parte do acervo da Biblioteca Joinville. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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Dica de Leitura – O demonologista

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Um professor da Universidade de Columbia, David Ullman, é especialista em mitologia e narrativa judaico-cristã, particularmente na obra “Paraíso perdido”, de John Milton. Mas David não acredita na existência do Diabo, nem de Deus. O professor tem uma filha, Tess, e seu casamento estava acabando. Elaine O’Brien, professora da área da Psicologia, era sua amiga.

No último dia de aula do semestre, antes de sair e encontrar-se com Elaine para conversar e beber, David passa em sua sala. Chegando lá, recebe uma visita misteriosa, de uma mulher que ele chama de “Mulher Magra”. Ela traz um convite, um trabalho como consultor de um “fenômeno”, em Veneza. Todas as despesas pagas, e uma boa gratificação. Ela lhe entrega um envelope com as passagens de avião, reserva pré-paga de hotel, um cheque com uma parte do pagamento, e um endereço ao qual ele deve ir.

Ao ver sua amiga, o professor tem dúvidas se deve falar sobre o convite com alguém. Quando Elaine lhe revela que está muito doente, ele nada conta. Ao chegar em casa, sua esposa pede o divórcio e já estava de mudança. Tess é muito parecida com David, e ele achou que seria uma boa idéia levar sua filha adolescente com ele para a Itália, como se fossem férias. No entanto, David nem imagina o que o aguarda, e o impacto que a aceitação do convite trará em sua vida e na de outras pessoas.

Chegando em Veneza, pai e filha passeiam. No dia seguinte, David vai até o endereço que lhe deram, e lá ele tem uma experiência aterrorizante. De volta ao hotel, resolve ir embora, e depois descobre Tess na beira do telhado do restaurante. Ele a segura, e fala com ela, mas não é bem ela que lhe responde. As mãos de Tess escorregam e ela cai no canal. De volta aos Estados Unidos, David entra em uma busca por sua filha, seguindo pistas, permeadas por trechos de “Paraíso perdido” e do diário que Tess escrevia. Ele precisa encontrá-la antes que seja muito tarde.

O livro é um thriller psicológico, recebeu diversos prêmios, e foi traduzido para diversos idiomas. “O demonologista” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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Livros que viraram filme – Marley & eu

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John e Jenny estavam casados há pouco tempo quando decidiram ter um cachorro. Os dois tinham boas lembranças de seus cachorros na infância, e Jenny queria “treinar” antes de ter um filho. Foram em uma fazenda escolher um filhote de labrador. A cadela que era a mãe, era calma e tranquila, mas não havia sinal do pai. Depois de escolherem com qual filhote ficariam, rapidamente viram o pai. Ele passou correndo, vindo da floresta, todo sujo. Dias depois, foram buscar Marley, e John rezou pedindo para que ele tivesse puxado a mãe. Mas não teve jeito….

Marley cresceu rapidamente, e aprontava muito. Destruía várias coisas, engolia outras, e sua energia parecia não acabar nunca. Em dias de chuvas fortes e trovoadas, o cão ficava com medo e a destruição era maior ainda. Quando ele tinha 6 meses, Jenny e John o matricularam em um curso de adestramento, mas acabaram sendo expulsos depois que Marley fez a adestradora passar vergonha. Apesar de tudo, o labrador era muito leal.

O casal decidiu tentar ter um filho, mas infelizmente a primeira gravidez não foi como esperada. E Marley estava lá, cuidando de Jenny e dando força da maneira como podia. Depois de um tempo, nova tentativa, e então nasceu Patrick. O cão gigante e estabanado era cuidadoso com o bebê, e assim foi também com as crianças que vieram depois, Conor e Colleen.

O tempo passou e Marley continuava com a energia que tinha quando era filhote. Até conseguiu concluir um curso de adestramento, mas comeu o diploma. O cão era muito amado pela família, e viveu alguns anos. Quando estava idoso e não conseguia se manter em pé, seus humanos o ajudavam. E quando ele se foi, John, que escreve em um jornal, levou um tempo até falar sobre Marley na sua coluna. Recebeu dezenas respostas por e-mail e telefone, pessoas se solidarizando e contando sobre seus cachorros . Foi então que resolveu contar em livro a formação e crescimento de sua família ao lado do “pior cão do mundo”.

O livro foi lançado em 2005, e recebeu adaptação para o cinema em 2008. “Marley & eu” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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Novidades na biblioteca de Joinville

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Luís Fernando Veríssimo – Diálogos Impossíveis

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Imagina como seria Don Juan tentando seduzir a própria Morte ou a conversa cotidiana de um casal que se desentende na hora de dormir. O homem – e, sejamos igualitários, a mulher – parece falar o que não deve e calar no fundamental. Para sorte do leitor, Verissimo está sempre por perto, registrando os hilariantes momentos em que o ser humano exerce sua vocação para a confusão.
Verissimo cria situações surreais, como o incorruptível Robespierre tentando subornar o carrasco; Goya e Picasso conversando sob o sol da Côte d’Azur. Há ainda o relato de Juvenal que planeja matar a mulher, Marinei, que o despreza, e da recém-casada Heleninha cujo urso de pelúcia é seu maior conselheiro. Nas crônicas reunidas no livro, o autor escreve enfim, sobre a vida.

Júlio de Queiroz – Encontro de Abismos

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Por que não puderam os especialistas reconhecer aquele que tinha sido alvo de seus longos estudos?
Por que o desejo carnal não pôde alcançar seus intentos? Por que é que aquele homem não era acessível?
O que é que o dono daquela voz havia planejado para destruir de modo tão completo a felicidade alcançada por um outro?
Quem era aquele homem?

José de Alencar – As Minas de Prata

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A história é simples e comandada, direta e indiretamente, por três personagens: porque é graças a elas que boa parte das ações irá se desenvolver. O assunto do livro é o famoso roteiro das minas de prata, cuja descoberta se atribui a um aventureiro, Robério Dias. É em torno de uma incansável busca pelo roteiro das minas que todas as páginas do romance, que é ação do princípio ao fim, gravitarão.

Estácio, o herói do romance é filho de Robério Dias. Jovem metido em pobreza pecuniária, mas abastado de grande coragem e honra cavalheirescas, tem pela frente dois desafios: reabilitar a memória do pai, livrando-o da acusação de “falso” e “embusteiro” (quer dizer, de ter inventado a existência das minas), e superar o preconceito social para casar-se com Inês de Aguilar, que é “princesa inacessível”, já que é nobre e rica. Para tanto, faz-se mister a recuperação do valioso roteiro.

Mirna Pinsky – Nó na garganta

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Tânia tem 10 anos. Seus pais decidiram trocar a vida pobre e difícil da cidade grande por uma nova oportunidade no litoral, e ser caseiros na casa de dona Matilde. No novo ambiente, Tânia aprende e inventa novas brincadeiras, faz novos amigos e sofre muito preconceito pelo fato de ser negra. Ao mesmo tempo, entretanto, vai nascendo dentro dela uma consciência até então desconhecida, uma vontade de mostrar às pessoas sua verdadeira personalidade.

Ricardo Freire – The best of Xongas

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Uma seleção das melhores crônicas publicadas no primeiro ano da coluna “Xongas” de Ricardo Freire no Jornal da Tarde. Situações da vida na cidade grande, contratempos tecnológicos, vícios de linguagem e grandes acontecimentos são analisados sob a ótica de um cronista que faz questão de levantar polêmica, mas nunca se leva muito a sério.

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