Monthly Archives: Novembro 2016

Pequenas Porções de Leitura

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Exposição – Tributo a Frida Kahlo

A Biblioteca Padre Elemar Scheid está com uma mostra do Centro de Convivência. Esse Centro atende mais de mil idosos, com 60 anos ou mais, além de apoiar grupos de Terceira Idade que atuam nos bairros de Jaraguá do Sul. O projeto de releitura de obras da Frida Kahlo foi desenvolvido pela educadora social Lisete Maurício Niels, com as idosas do Lar das Flores, e as que participam das oficinas de artesanato e pintura no Centro de Convivência. A exposição “Tributo a Frida Kahlo” pode ser visitada até o dia 12 de setembro. Prestigie!

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Dica de leitura – Doidas e santas

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O livro Doidas e santas reúne quase cem crônicas de Martha Medeiros, publicadas entre 2005 e 2008. Os principais temas trazidos pela autora são: a vida urbana, os dramas e as alegrias da vida adulta, as delícias ocultas em nosso dia-a-dia, a maternidade, o afeto, relacionamentos amorosos. Os textos são curtos e simples, de leitura rápida, e recheados de humor. Alguns podem fazer o leitor parar para pensar um pouco. O livro virou peça de teatro, e está em cartaz há seis anos.

“Doidas e santas” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

“Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar o nosso poder de sedução para encontrar ‘the big one’, aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso, temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo para o alto e embarcar num navio pirata comandado pelo Johnny Deep, ou então virar loura e cafetina, ou sei lá, diga ai uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.

Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos.” (trecho de Doidas e santas)

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Pequenas Porções de Leitura

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Dica de autores – Ernest Hemingway

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Ernest Hemingway é visto como um dos maiores novelistas americanos do século XX. Ele nasceu em 21 de julho de 1899, no estado de Illinois, nos Estados Unidos. Começou sua carreira ainda adolescente, como escritor de um jornal. Quando os Estados Unidos entrou na Primeira Guerra Mundial, Ernest trabalhou como voluntário na ambulância do exército italiano. Quando retornou, virou repórter de jornais americanos e canadenses, e logo foi enviado à Europa para cobrir eventos como a Revolução Grega.

Hemingway tornou-se, na década de 1920, membro do grupo de norte-americanos expatriados em Paris. Essa experiência foi retratada no  primeiro romance que o tornou famoso internacionalmente: “O sol também se levanta”, escrito em 1926 e publicado no ano seguinte. “Adeus às armas”, de 1929, foi outro sucesso. Em 1940 surgiu “Por quem os sinos dobram”, inspirado na sua atuação como repórter durante a Guerra Civil na Espanha. “O velho e o mar” é um dos destaques das obras posteriores de Ernest Hemingway, e rendeu a ele o prêmio Pulitzer, em 1953, e o Prêmio Nobel de Literatura, no ano seguinte.

Em suas obras, Hemingway retratou pessoas mais duras – como caçadores, toureiros e soldados -, honestas e corajosas, em contraponto à sociedade brutal, e que acabavam perdendo a fé e a esperança. Seus textos foram escritos de maneira simples e direta. Depressivo, e mal conseguindo escrever, no dia 2 de julho de 1961, Ernest Hemingway suicidou-se.

O estilo de vida e as aventuras do autor o tornaram uma lenda. Quer conhecer alguns fatos sobre ele? Veja aqui e aqui!

A Biblioteca Católica SC possui, em seu acervo, alguns livros de Ernest Hemingway. Boa leitura!

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Dica de leitura – A arte da felicidade

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Segundo o budismo, todos nós somos seres humanos, não desejamos sofrer, e queremos ser feliz. Mas como fazer para eliminar o sofrimento e alcançar a felicidade? O psiquiatra americano Howard C. Cutler traz, em “A arte da felicidade”, as conversas que teve com o Dalai Lama, assim como partes de algumas das palestras dele na Arizona State University.

Tenzin Gyatso, o XIV Dalai Lama, apresenta formas para se alcançar a tão almejada felicidade. Cutler mostra como o sofrimento e a felicidade são vistos no Ocidente, e busca, com o líder tibetano, aplicação dos ensinamentos para os não-budistas. São tratados temas como ansiedade, insegurança, ganância, tolerância e compaixão. Também são apresentados estudos científicos, e nota-se que os resultados corroboram com muitas das visões orientais sobre a felicidade, e sobre como chegar à ela.

O método fundamental para se alcançar a felicidade, segundo Dalai Lama, é a disciplina interior. Nessa disciplina estão a luta contra os estados mentais negativos e o cultivo de estados mentais positivos. Ele também fala que um estado mental estável e tranquilo é a base para a construção de uma vida feliz.

“A arte da felicidade” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

“Para mim o próprio objetivo da vida é perseguir a felicidade. Isso está claro. Se acreditamos em religião, ou não; se acreditamos nesta religião ou naquela; todos estamos procurando algo melhor na vida. Por isso, para mim, o próprio movimento da nossa vida é no sentido da felicidade.” (Dalai Lama)

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Pequenas Porções de Leitura

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Dica de leitura – Dois irmãos

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Zana trabalhava no restaurante do pai, Galib, em Manaus. Halim frequentava o Biblos, e encantou-se pela moça. Conquistou-a com um gazal (poema de origem árabe), escrito por um amigo. Logo que se casaram, Zana sugeriu ao pai que viajasse para o Líbano, para rever os parentes e a terra. Galib aceitou, e acabou falecendo lá. Zana sofreu muito, então resolveram fechar o restaurante, e abrir um comércio.

Domingas, uma índia órfã, foi levada por uma freira até Halim e Zana, e ficou na casa, a trabalho. Logo Zana quis filhos, mais especificamente três. Halim não queria, mas um tempo depois, nasceram os gêmeos Omar e Yaqub. Omar era o mais novo, adoeceu nos primeiros meses, e Zana passou a cuidar mais dele, com muito zelo. Yaqub ficou aos cuidados de Domingas. Um tempo depois, nasceu a filha do casal, Rânia.

Os gêmeos eram idênticos fisicamente, mas com personalidades muito diferentes. E conforme os anos foram se passando, o ódio entre os dois aumentava. Omar era preguiçoso, vivia à custa da família, e saía para beber e farrear sempre. O pai, Halim, não aprovava aquilo, mas a mãe era muito apegada ao filho. Yaqub foi para o Líbano, ficando por lá cinco anos. Voltou e depois foi para São Paulo, para estudar e trabalhar. Casou-se, e enviava dinheiro para a família. Rânia não aceitou os pretendentes que apareceram, e passou a cuidar da loja, juntamente com o pai.

Nael era filho de Domingas, e a partir do que viu e ouviu, narrou o ódio entre os irmãos , as tentativas de Zana de que os dois se entendessem, as histórias de Halim, a velhice e a morte de alguns dos familiares, o lar sendo desfeito, a cidade se modificando, e a dúvida sobre qual dos gêmeos era seu pai.

O livro foi publicado pela primeira vez em 2000, e recebeu o Prêmio Jabuti 2001 de Melhor Romance. “Dois irmãos” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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