Monthly Archives: Fevereiro 2017

Livros que viraram filme – A cabana

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Mackenzie Allen Phillips é casado e teve cinco filhos. Em um fim de semana do dia do Trabalho, Mack resolveu levar os três filhos mais novos – Josh, Kate e Missy – para um acampamento. Nan, sua esposa, já estava matriculada em um curso, e os dois filhos mais velhos estavam fora de casa. Saíram na sexta-feira de manhã e retornariam na terça-feira à noite.

No Parque Nacional de Wallowa, Mack e seus filhos conheceram outras duas famílias, e as crianças fizeram amizade. Na manhã de terça-feira, Josh e Kate estavam no lago, passeando em uma canoa, quando ocorreu um incidente: o barco virou. A menina emergiu, mas nenhum sinal de Josh. Uma das tiras do salva-vidas se prendeu à amarra da canoa. Mack havia sido salva-vidas na adolescência, e conseguiu salvar seu filho.

Quando voltou ao acampamento, onde Missy tinha ficado colorindo um livro, Mack percebeu que ela não estava mais ali. Chamou por ela, mas sem resposta. Ele e outros adultos foram em busca da menina, mas nada. As autoridades do camping foram chamadas, e depois os policiais foram acionados. Uma pista surgiu: um broche de joaninha. Mas era a pista de um homem responsável pelo sequestro de meninas.  Infelizmente não encontraram Missy, apenas seu vestido rasgado e manchado de sangue, dentro de uma cabana abandonada.

A Grande Tristeza baixou como uma nuvem na família. Os mais abalados eram Kate e Mack. Depois de alguns anos, ele ainda não havia percebido, mas a fenda entre ele e Deus havia aumentado. Um dia, Mack recebeu um bilhete inusitado, um convite de “Papai” para que ele fosse àquela cabana encontrá-lo naquele final de semana. Seu pai, com quem não tinha um bom relacionamento, havia morrido há anos. O carteiro ainda não havia passado pela casa dele. Para Mack, só uma pessoa poderia ser a remetente: Deus. “Papai” era como Nan o chamava. Ela e as crianças foram passar o final de semana na casa da irmã dela, e Mack ficou livre para ir ao local onde havia encontrado o vestido de sua menininha. Mas ele não esperava que sua vida fosse mudar tanto depois de estar lá novamente.

O livro foi recusado por várias editoras, até que finalmente foi publicado, tornando-se depois um best-seller. Em março o filme estréia no cinema americano, e no mês seguinte chegará ao Brasil. “A cabana” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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Dica de leitura – O livreiro de Cabul

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Em 2002, logo após a queda do regime talibã, a jornalista norueguesa Asne Seierstad escreveu sobre a vida no Afeganistão. Ela viveu alguns meses com a família do livreiro que inspirou o personagem Sultan Khan. O livro é um retrato sobre as famílias e as mulheres afegãs, unindo narrativa e reportagem.

A autora mostra situações que presenciou e histórias contadas pela família do livreiro. A dor da primeira esposa, mais velha, ao saber que seu marido se casará com uma moça de dezesseis anos. O sofrimento da segunda esposa ao casar forçada com um homem mais velho. A vida de uma das irmãs do livreiro, solteira, que tem que fazer tudo para todos, e às vezes sendo tratada com ingratidão. O menino que não pode ir à escola porque tem que trabalhar.

Sultan Kahn enfrentou várias adversidades para manter suas livrarias funcionando durante o governo do talibã. Contraditório, Sultan tinha um comportamento liberal em relação à cultura, mas conduzia sua família segundo as tradições afegãs e islâmicas.

O livreiro que inspirou o personagem principal da história quis processar a autora depois que o livro foi publicado. Mas entraram em um acordo e ele publicou o livro “Eu sou o livreiro de Cabul”, revelando que seus atos são ditados pela realidade dele, e mostrando o quão diferentes são os modos de vida oriental e ocidental.

“O livreiro de Cabul” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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Dicas de Leitura – A distância entre nós

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Bhima é uma senhora que trabalha há mais de 20 anos na casa de Serabai Dubash. Ela mora em uma favela, em Bombaim, com sua neta de 17 anos que está grávida. A moça, Maya, estava estudando em uma universidade, ajudada pela Sera. Ficar grávida sem estar casada, na Índia, não é bem visto e acarreta muitas consequências.

Serabai é viúva, e em seu apartamento moram seu genro e sua filha, Dinaz, que também está grávida. Eles foram para lá depois que Feroz, esposo de Sera, faleceu. A vida ao lado de Feroz, e da mãe dele, não foi nada fácil para Serabai.

Na esperança de dar à neta e sua criança uma boa vida, e de que Maya seja a mudança na história da família, Bihma tenta arrancar dela o nome do pai da criança. A moça diz um nome, e a senhora vai até a universidade onde a neta estudava. Procura pelo rapaz, mas descobre que não é ele o pai do bebê. A única solução para o caso é fazer um aborto, antes que as pessoas percebam a barriga de Maya, que não sai mais de casa. A moça pede que Serabai a acompanhe na clínica. Naquele momento, a avó não entende o motivo desse pedido, mas um dia entenderá.

Patroa e empregada. Duas pessoas diferentes, cujas histórias se diferem, de castas distintas, mas unidas por várias semelhanças: o sofrimento em seus relacionamentos, a luta pela vida – delas e de outros -, as dores físicas e emocionais, o enfrentamento de uma sociedade difícil. Contudo, nem essas semelhanças são capazes de acabar definitivamente com a distância que há entre elas.

“A distância entre nós” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Pequenas Porções de Leitura

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Dica de Leitura -Eu sei que vou te amar

O livro de Arnaldo Jabor surgiu do filme que foi lançado em 1968 “Eu sei que vou te amar”, de sua própria direção. No entanto, como o próprio autor diz no prólogo de seu livro, “Não é o roteiro, mas um breve romance.

Neste romance, o autor relata uma típica discussão de relação, porém com muito mais drama, e revelações inesperadas, no qual o leitor torna-se ansioso para saber qual será o ponto final da tão prolongada discussão. A leitura é simples e rápida, podendo ser finalizada em poucas horas.

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