Livros/Filmes

Dica de leitura – Extraordinário

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August Pullman é um garoto comum, com apenas uma diferença: seu rosto não é como o dos outros garotos. Ele nasceu com uma síndrome genética rara, que o deixou com uma deformidade facial. Aos dez anos, já passou por vinte e sete cirurgias.  Tudo isso fez com que o menino nunca fosse à escola, a mãe dele era sua professora em casa.

No ano em que Via, a irmã de August foi para o ensino médio, ele foi matriculado no quinto ano em uma escola. Apesar de ele não querer ir, sua família o incentivou, e ele foi aprovado no teste da escola. Auggie foi à escola no período das férias, para conhecer espaço, o diretor, e três colegas que estudarão com ele.

O garoto sabia que chamava a atenção na rua, e fazia de conta que não se importava com os olhares, cochichos, e até gritinhos de surpresa que as pessoas faziam. E sabia que na escola não seria muito diferente. Infelizmente as pessoas tinham medo de se aproximar dele, e não seria nada fácil para August mostrar para seus colegas de que, apesar de seu rosto, ele é um menino normal.

O livro é narrado principalmente do ponto de vista de August, mas também da perspectiva de amigos e familiares. Tem capítulos curtos, repletos de momentos ora fortes e tocantes, ora descontraídos. A história está sendo adaptada para o cinema, com estreia prevista para novembro desse ano.  “Extraordinário” faz parte do acervo da Biblioteca Joinville. Boa leitura!

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Livros que viraram filme – O filho eterno

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O ano é 1980, e o protagonista é um escritor, ainda não publicado, praticamente sustentado pela mulher. No dia 03 de novembro, nasce seu filho, Felipe. Enquanto pensa sobre a paternidade, ele e a esposa recebem uma notícia dos médicos: o bebê tem Síndrome de Down, chamada na época de “mongolismo”. Isso o deixa desnorteado, inseguro e medroso. Não consegue aceitar a idéia, chega a pensar que se o filho logo morresse, seria quase como um alívio.

O escritor e a esposa levam seu filho em alguns médicos, e começam alguns programas para estimular o menino, e ele começa a pensar que Felipe pode ser quase normal. Não fala de seu filho para os amigos e as pessoas, tem vergonha. Os anos se passam, e enquanto vai aprendendo a lidar com seu filho, e a aceitá-lo, o escritor reorganiza a própria vida.

Publicado em 2007, o livro de Cristovão Tezza é, na verdade, uma autobiografia, narrada na terceira pessoa. A obra recebeu vários prêmios, e foi traduzida para alguns idiomas. Em 2011, o livro foi adaptado para o teatro, e também recebeu prêmios. E em 2016, recebeu adaptação para o cinema. “O filho eterno” faz parte do acervo da Biblioteca Joinville. Boa leitura!

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Livros que viraram filme – O iluminado

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Depois de ter tido problemas com a bebida, e de estar há um tempo desempregado, Jack Torrance aceita um emprego de zelador no Hotel Overlook. Ele terá que ficar lá durante o inverno, época em que não há mais hóspedes, e nenhum outro funcionário, por causa das nevascas. Sua esposa, Wendy, e seu filho, Danny, vão junto, e Jack espera não trazer mais sofrimento e dificuldades para a sua família.

Danny Torrance não é uma criança comum. Ele pode ouvir os pensamentos das pessoas, e tem visões. Tony às vezes aparece em suas visões. Em um desses momentos, Danny foi atrás dele, e eles estiveram no Hotel. Mas o que o menino viu não era nada bom.

No histórico do Overlook havia muitas coisas, como assassinatos e suicídios. O hotel carrega ressentimentos e o desejo de vingança. Espíritos malignos rondam o local. Danny é um menino iluminado, e o hotel tenta atrair ele para si, enquanto Wendy e Jack lutam contra seus monstros internos. Nem todos sobreviverão ao Overlook neste inverno.

O livro foi publicado pela primeira vez em 1977, e três anos depois foi lançado seu filme. “O iluminado” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Livros que viraram filme – A cabana

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Mackenzie Allen Phillips é casado e teve cinco filhos. Em um fim de semana do dia do Trabalho, Mack resolveu levar os três filhos mais novos – Josh, Kate e Missy – para um acampamento. Nan, sua esposa, já estava matriculada em um curso, e os dois filhos mais velhos estavam fora de casa. Saíram na sexta-feira de manhã e retornariam na terça-feira à noite.

No Parque Nacional de Wallowa, Mack e seus filhos conheceram outras duas famílias, e as crianças fizeram amizade. Na manhã de terça-feira, Josh e Kate estavam no lago, passeando em uma canoa, quando ocorreu um incidente: o barco virou. A menina emergiu, mas nenhum sinal de Josh. Uma das tiras do salva-vidas se prendeu à amarra da canoa. Mack havia sido salva-vidas na adolescência, e conseguiu salvar seu filho.

Quando voltou ao acampamento, onde Missy tinha ficado colorindo um livro, Mack percebeu que ela não estava mais ali. Chamou por ela, mas sem resposta. Ele e outros adultos foram em busca da menina, mas nada. As autoridades do camping foram chamadas, e depois os policiais foram acionados. Uma pista surgiu: um broche de joaninha. Mas era a pista de um homem responsável pelo sequestro de meninas.  Infelizmente não encontraram Missy, apenas seu vestido rasgado e manchado de sangue, dentro de uma cabana abandonada.

A Grande Tristeza baixou como uma nuvem na família. Os mais abalados eram Kate e Mack. Depois de alguns anos, ele ainda não havia percebido, mas a fenda entre ele e Deus havia aumentado. Um dia, Mack recebeu um bilhete inusitado, um convite de “Papai” para que ele fosse àquela cabana encontrá-lo naquele final de semana. Seu pai, com quem não tinha um bom relacionamento, havia morrido há anos. O carteiro ainda não havia passado pela casa dele. Para Mack, só uma pessoa poderia ser a remetente: Deus. “Papai” era como Nan o chamava. Ela e as crianças foram passar o final de semana na casa da irmã dela, e Mack ficou livre para ir ao local onde havia encontrado o vestido de sua menininha. Mas ele não esperava que sua vida fosse mudar tanto depois de estar lá novamente.

O livro foi recusado por várias editoras, até que finalmente foi publicado, tornando-se depois um best-seller. Em março o filme estréia no cinema americano, e no mês seguinte chegará ao Brasil. “A cabana” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Livros que viraram filme – Marley & eu

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John e Jenny estavam casados há pouco tempo quando decidiram ter um cachorro. Os dois tinham boas lembranças de seus cachorros na infância, e Jenny queria “treinar” antes de ter um filho. Foram em uma fazenda escolher um filhote de labrador. A cadela que era a mãe, era calma e tranquila, mas não havia sinal do pai. Depois de escolherem com qual filhote ficariam, rapidamente viram o pai. Ele passou correndo, vindo da floresta, todo sujo. Dias depois, foram buscar Marley, e John rezou pedindo para que ele tivesse puxado a mãe. Mas não teve jeito….

Marley cresceu rapidamente, e aprontava muito. Destruía várias coisas, engolia outras, e sua energia parecia não acabar nunca. Em dias de chuvas fortes e trovoadas, o cão ficava com medo e a destruição era maior ainda. Quando ele tinha 6 meses, Jenny e John o matricularam em um curso de adestramento, mas acabaram sendo expulsos depois que Marley fez a adestradora passar vergonha. Apesar de tudo, o labrador era muito leal.

O casal decidiu tentar ter um filho, mas infelizmente a primeira gravidez não foi como esperada. E Marley estava lá, cuidando de Jenny e dando força da maneira como podia. Depois de um tempo, nova tentativa, e então nasceu Patrick. O cão gigante e estabanado era cuidadoso com o bebê, e assim foi também com as crianças que vieram depois, Conor e Colleen.

O tempo passou e Marley continuava com a energia que tinha quando era filhote. Até conseguiu concluir um curso de adestramento, mas comeu o diploma. O cão era muito amado pela família, e viveu alguns anos. Quando estava idoso e não conseguia se manter em pé, seus humanos o ajudavam. E quando ele se foi, John, que escreve em um jornal, levou um tempo até falar sobre Marley na sua coluna. Recebeu dezenas respostas por e-mail e telefone, pessoas se solidarizando e contando sobre seus cachorros . Foi então que resolveu contar em livro a formação e crescimento de sua família ao lado do “pior cão do mundo”.

O livro foi lançado em 2005, e recebeu adaptação para o cinema em 2008. “Marley & eu” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Livros que viraram filme – Entrevista com o vampiro

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O rapaz que foi entrevistar Louis estava cético quanto à verdadeira natureza dele. Mas não demorou muito para perceber que estava errado. Apesar do nervosismo, o rapaz ficou e gravou a história que Louis contou.

Ele era jovem e morava com a mãe, a irmã e o irmão em uma fazenda, em Nova Orleans. Depois da morte do irmão, mudaram-se. Sentindo-se triste e responsável pelo que aconteceu, Louis começou a vagar pela cidade, querendo encontrar a morte. E ela chegou na forma de um vampiro. Lestat o mordeu e depois deu a Louis a chance de escolher: morrer ou ser imortal e ver o mundo de outra forma. Louis escolheu a segunda opção.

Contudo, Louis era muito diferente. Não sentia prazer em matar humanos, alimentava-se de animais, mas não era suficiente. Um dia, vagando, ouviu o choro de uma criança. Abriu a janela e viu uma menina de cerca de 5 anos ao lado da mãe, morta há alguns dias. Louis mordeu a menina, e logo apareceu Lestat, que depois resolveu transformá-la em vampira, para fazer companhia para Louis.

Claudia foi criada pelos dois, aprendia algumas coisas com Louis, mas matava e brincava com suas presas como Lestat. Louis e a menina tinham muitas dúvidas sobre ser vampiro, queriam conhecer outros, mas seu criador nada sabia ou respondia. Claudia e Louis decidiram fugir, e ela resolveu matar Lestat antes. Um dia antes da ida para a Europa, ele reapareceu, mas os dois conseguiram escapar e botaram fogo na casa.

Mas será que Lestat realmente morreu? Claudia e Louis conseguiram encontrar outros vampiros? Sairá o rapaz entrevistador ileso nessa história? Leia e descobrirá!

O livro foi publicado pela primeira vez em 1976, e ganhou uma versão para o cinema em 1994. “Entrevista com o vampiro” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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Dica de leitura – Precisamos falar sobre o Kevin

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Eva e Franklin estavam juntos há algum tempo. Os dois estavam pensando em ter um filho. Eva acabou engravidando, mas depois se arrependeu. Franklin ficou feliz com a notícia da gravidez. No dia do nascimento de Kevin, ela não sentiu nada especial. O bebê rejeitou a amamentação, e em casa era uma criança muito difícil. Chorava o tempo inteiro, mas quando o pai chegava, estava calmo. Franklin achou que era exagero o cansaço de Eva, até que ela desmaiou. Tentaram algumas babás, mas todas acabavam se demitindo. A mãe sabia que havia algo de estranho com o menino, mas o pai não via, ou não queria ver.

Então, em uma manhã parecida com todas as outras, Eva saiu para o trabalho como sempre, um pouco antes de seu marido e seus filhos. Não imaginava que aquele dia ficaria marcado para sempre: próximo de completar 16 anos, na escola, Kevin assassinou sete colegas de classe, uma professora e um funcionário da cantina. Mas não foram só eles.

“Precisamos falar sobre o Kevin” é o conjunto de cartas, de Eva para Franklin. Começaram um ano depois da quinta-feira, do dia que ninguém gostaria que tivesse acontecido. Ela conta sua vida atual – seus sentimentos, seu emprego, sua casa, suas visitas ao Kevin –;  relembra fatos, situações e conversas marcantes; e busca entender porquê seu filho fez aquilo, e o que pode ter dado errado.

O livro fala sobre relações familiares, discute o tabu da responsabilidade maternal na educação de “monstros”. Rendeu à escritora o Orange Prize de 2005 e tornou-se um best-seller. Em 2011 foi lançada no cinema a adaptação da obra.

“Precisamos falar sobre o Kevin” faz parte do acervo da Biblioteca Joinville. Boa leitura!

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Dica de leitura – Orgulho e Preconceito

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Elizabeth era a segunda de cinco filhas dos Bennet.  A família vivia em Longbourn, e logo apareceu nas redondezas um novo vizinho, Sr. Bingley, solteiro e rico. Logo que soube, a senhora Bennet foi falar com o marido, pois era a grande chance de casar bem uma de suas filhas. Junto com Bingley, vieram suas duas irmãs, seu cunhado, e seu amigo Sr. Darcy. Darcy era muito rico, e orgulhoso. Em um baile, ele falou e dançou apenas com seus conhecidos, e as pessoas presentes não gostaram dele.

O Sr. Bingley parecia ter gostado de Jane, a irmã mais velha de Elizabeth. E Jane gostou dele. Tudo indicava que eles iriam casar. Contudo, um dia o Sr. Bingley voltou a Londres, e seus parentes e seu amigo foram também. Jane recebeu uma carta de uma das irmãs dele, e ao que tudo indicava, iriam ficar longe por bastante tempo.

Embora Darcy tenha inicialmente desprezado Elizabeth, achava seus olhos bonitos. Conforme foram, ocasionalmente, se vendo e se falando, ele passou a se interessar por ela. Elizabeth não achava motivos para simpatizar com Darcy. Sua primeira impressão foi bastante decisiva, e ela havia ouvido algumas coisas acerca dele que apenas contribuíram para isso. Um dia, Darcy propôs casamento. Lizzy recusou e disse as razões para tal. Ele ficou impressionado, e escreveu uma carta, contando a sua parte sobre os acontecimentos que ela mal conhecia.

Refletindo sobre as palavras de Darcy, e sobre as atitudes de várias pessoas, a moça foi percebendo que ele não era bem como falavam. Mas será que Darcy ainda estaria apaixonado por Elizabeth? E seria possível casaram-se sem sofrer preconceito pelas diferenças de classe social? E como ficaram Jane e Bingley? Leia e você descobrirá!

O livro foi publicado pela primeira vez em 1813, e recebeu diversas adaptações para o cinema, a televisão, e o teatro. “Orgulho e preconceito” faz parte do acervo da Biblioteca Católica SC. Boa leitura!

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Livros que viraram filmes – Carrie: a estranha

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Carrie White tinha 16 anos e era desajustada socialmente. No colégio, todos a achavam estranha, e as meninas caçoavam dela. Um dia, após uma aula de educação física, depois do banho, vêem que tem um líquido vermelho escorrendo pelas pernas de Carrie. Ela achava que ia morrer de hemorragia, não sabia que era menstruação, e a turma começou a rir e a jogar absorventes nela. A professora apareceu, interrompeu, e ajudou a garota.

O pai de Carrie já havia falecido, e a mãe era uma religiosa fanática. A mãe coagia a moça a rezar por tudo, tudo era pecado, e a Carrie eram negadas muitas coisas. A garota era dotada de telecinética – capacidade de mover objetos com a mente -, e naquele dia do incidente na escola se deu conta disso. Treinou, e passou a utilizar como uma forma de não ser forçada pela mãe, e principalmente, de se vingar de suas colegas.

Sue, uma das meninas que lhe atiraram absorventes, arrependeu-se. Como forma de se desculpar, pediu ao namorado que convidasse Carrie para o baile de formatura. Sue e Tommy eram fortes candidatos para o rei e a rainha do baile. Carrie aceitou o convite, e fez seu próprio vestido. Estava linda. Ela e Tommy foram votados como rei e rainha. Contudo, Chris, uma das colegas da classe, havia preparado uma surpresa para o casal. As consequências que esse ato desencadeou tomaram uma proporção de grande terror.

A história de Carrie foi o primeiro livro de Stephen King a ser publicado, em 1974. Foi adaptado para o cinema em 1976. No ano de 1999 o filme recebeu uma sequência. Ocorreu uma refilmagem em 2002, e uma nova adaptação para o cinema em 2013. A história também virou musical, e tem referências em diversas mídias.  “Carrie: a estranha” faz parte do acervo da Biblioteca católica SC. Boa leitura!

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Livros que viraram filmes – Hannibal

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A agente especial Clarice Starling percebe que sua carreira no FBI está prestes a desmoronar. Krendler, do setor de Justiça do FBI, não gosta dela, e sempre procura um meio de tirá-la. Para piorar a situação, alguns colegas são perdidos em uma ação contra uma criminosa, e ela atira na mulher, Evelda, que estava com um bebê nos braços. Evelda atirou primeiro, mas os noticiários deram destaques ao tiro disparado por Clarice.

Mason Verger foi o primeiro dos dois sobreviventes a um ataque de Hannibal Lecter, serial killer e canibal. Seu rosto é desfigurado, vive numa cama e sobrevive com aparelhos. Ele tem muito dinheiro, e não poupa recursos para tentar encontrar Lecter, que fugiu há sete anos, quando estava sendo transferido de manicômio. Mason e Margot, sua irmã, anos antes foram pacientes do Dr. Lecter, quando ele atuava como psiquiatra. Mason chamou Clarice pois tinha um raio x e gostaria de confirmar se poderia ser de Hannibal. Mas, na verdade, Mason já estava mais adiantado que o FBI em informações sobre o paradeiro do canibal.

Na Itália, o investigador-chefe Pazzi desconfiou do Dr. Fell, o provável novo curador do Palazzo Capponi. Pazzi tinha passado um tempo nos Estados Unidos, e logo associou algumas informações que tinha sobre o serial killer desaparecido, Hannibal Lecter. Atraído pela recompensa que Mason daria a quem o entregasse o canibal, Pazzi não informou nada à polícia, e combinou com os contratados de Mason para pegarem o “Dr. Fell”. Mas Hannibal percebeu o que estava acontecendo, livrou-se de Pazzi do seu jeito, e fugiu.

O que acontece com o canibal? Será que Mason conseguirá se vingar de Hannibal da forma cruel como ele deseja? E qual o destino de Clarice no FBI ou fora dele? Para descobrir, leia “Hannibal”. Esse é o terceiro de quatro livros em que Lecter aparece, e é a continuação de “Silêncio dos Inocentes”. Foi adaptado para o cinema em 2001, com Anthony Hopkins como Lecter, e Julianne Moore como Clarice. Há dois anos foi exibido o primeiro episódio da série “Hannibal”, inspirada nos livros, e que está na terceira temporada. “Hannibal” faz parte do acervo da Biblioteca Padre Elemar Scheid. Boa leitura!

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